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PF suspeita que uso de disquetes por Carlos Bolsonaro visou mais sigilo por se tratar de mídia rara, diz jornal

    Computadores, celulares, pen-drives e outras mídias foram apreendidas em uma operação sobre a ‘Abin paralela’, que mirou o filho do ex-presidente, semana passada

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    A PF (Polícia Federal) está finalizando a extração dos dados de computadores, celulares, pen-drives e outras mídias apreendidas na operação sobre a chamada ‘Abin paralela’, que mirou Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), o filho do ex-presidente Jair, informa Bela Megale, no ‘Globo‘.

    Segundo a jornalista, entre o material apreendido estão vários disquetes e isso chamou a atenção dos investigadores, pois, como é uma mídia antiga, há a suspeita de que eles possam ter sido usados para manter os dados em maior sigilo.

    A colunista lembra que poucas pessoas têm máquinas que possibilitam a leitura desse tipo de mídia. Os dispositivos, hoje considerados obsoletos, foram desenvolvidos no final da década de 1960 e se popularizaram na década de 1990.

    Os disquetes foram amplamente utilizados de meados de 1970 até o começo dos anos 2000, mas a partir de 2010, tornou-se raro uma placa-mãe suportar um leitor desta mídia.

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