PF quis levar Arthur no caixão para o avô Lula velá-lo em outro local sem ser visto em público, mas ex-presidente recusou

10/03/2019 0 Por Redação Urbs Magna

A saída do ex-presidente Lula para se despedir do neto Artur, de sete anos, vítima de meningite, no dia 1° de Março, foi dificultada ao máximo por parte das autoridades e do judiciário, como revela reportagem feita pelo jornalista Marcelo Auler. O delegado da Polícia Federal, Luciano Flores, que conduziu Lula coercitivamente em 2016, tentou impor condições para a saída do preso para o velório do neto, mas esbarrou na altivez do ex-presidente, que não se submeteu as condições.

“Inicialmente, respaldado na esdrúxula autorização de Toffoli em janeiro – de que o caixão com o morto, àquela altura já enterrado, fosse levado ao preso em uma unidade militar, tal como noticiamos em Dano irreparável a Lula confirma sua prisão política, Flores quis evitar a ida de Lula ao Cemitério Jardim da Colina, em São Bernardo do Campo (SP)”, conta Auler.

“Sugeriu que o caixão com o neto fosse levado até o ex-presidente, provavelmente em alguma unidade militar. Lula, ao final, sequer passou perto de um quartel. Do aeroporto de Congonhas foi de helicóptero para o pátio da fábrica da Volkswagen de onde, de carro, rumou para o cemitério”, completou.

Leia a matéria completa no site de Marcelo Auler.

Dino Barsa para o Et Urbs Magna

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