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“PF não faz PowerPoint”, diz Andrei a Fausto, que perguntou se o diretor da PF prenderá Bolsonaro pessoalmente (vídeo)

    Jornalista do Estadão deixou sutilmente implícito que Andrei Rodrigues é muito “próximo” do governo federal e acabou tomando uma invertida nada sutil do gestor executivo da instituição policial, que usou o caso da apresentação de Deltan Dallagnol para acusar diretamente Lula – VEJA A RESPOSTA COMPLETA

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    O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, participou do programa de jornalismo Roda Viva, da TV Cultura, nesta segunda-feira (27/jan), onde foi questionado pelo jornalista do Estadão, Fausto Macedo, se seria o próprio gestor executivo da instituição policial que prenderia pessoalmente o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em caso de uma condenação pela participação da tentativa de golpe de Estado, que, para o profissional da imprensa, parece iminente.

    Queria falar um pouquinho de Jair Bolsonaro. O senhor vai cumprir pessoalmente o decreto de prisão dele? Eu fiz essa pergunta porque parece iminente e bem provável que o decreto de prisão dele uma hora vá acontecer” justificou Fausto Macedo.

    Indiciado em vários inquéritos da sua Polícia Federal; na iminência de ser denunciado pela Procuradoria-Geral [da República]; proibido de deixar o país; passaporte retido; não pode sequer falar com testemunhas, com outros investigados; e no Supremo, certamente, se ele tiver mais de dois votos, é muito”, explicou o jornalista.

    “Então é por isso que eu fiz essa pergunta ao senhor: se for decretada a prisão dele, se o senhor vai cumprir pessoalmente ou alguém da sua equipe que vai?”, questionou.

    Fausto Macedo ainda teve a sutileza de deixar implícito que Andrei Rodrigues é muito “próximo” do Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Diferentemente do jornalista do Estadão, outros jornalistas presentes no programa foram mais diretos, questionando-o sobre sua relação com o chefe do Executivo.

    Mas, apesar da sutileza de Fausto Macedo, o diretor-geral mandou uma resposta dura, que remeteu ao caso do ex-procurador do MPF (Ministério Público Federal), que comandou a força-tarefa da Lava Jato de Curitiba, o deputado federal cassado Deltan Dallagnol e sua famigerada apresentação de PowerPoint com acusações contra Lula.

    O diretor-geral da PF disse ao jornalista que a instituição policial “hoje não faz entrevista coletiva pré-condenando, pré-julgando ninguém, não faz PowerPoint apontando responsáveis por operações, já das pessoas”. A Polícia Federal “faz investigação isenta, investigação séria, responsável e apresenta para o Poder Judiciário fazer a sua apreciação“, disse Andrei Rodrigues.

    O diretor-geral ainda acrescentou que “o Ministério Público, nesse caso a Procuradoria Geral da República, faz a sua apreciação, adota as medidas que tiverem que ser adotadas e encaminha a decisão do Poder Judiciário, muito pela instrução do processo, pela defesa, pela ampla defesa, pela garantia de direitos fundamentais dentro do devido processo legal. Então nós cumprimos o nosso papel”.

    Sobre a prisão de Bolsonaro, Andrei Rodrigues disse que “a Procuradoria Geral da República deve se manifestar e o Supremo Tribunal Federal [vai] tomar a decisão que for juridicamente correta.

    Assista ao trecho e leia mais depois:


    O Caso do PowerPoint

    Em junho do ano passado, a Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) rejeitou recursos contra a decisão de 2022 que condenou o deputado federal cassado Deltan Dallagnol (Novo-PR) a indenizar o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em R$ 75 mil pelo caso do PowerPoint.

    A defesa de Lula questionou a apresentação feita por Dallagnol em 2016, que incluía um PowerPoint com acusações do ex-procurador do Ministério Público Federal, que causaram danos morais e à imagem pública do estadista.

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