O foco é gerar confusão e pânico entre os beneficiários, conforme alertado pelo Ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias
Brasília (DF) · 29 de janeiro de 2026
Em um movimento assertivo contra a proliferação de mentiras digitais, a Polícia Federal iniciou uma apuração rigorosa sobre a origem de notícias falsas disseminadas por setores da extrema direita, direcionadas a programas sociais do Governo Federal.
O foco principal reside em distorções sobre o Bolsa Família, com o intuito de gerar confusão e pânico entre os beneficiários, conforme alertado pelo Ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.
Segundo relatos consolidados, as falsidades incluem alegações infundadas de alterações em regras e condicionalidades de políticas públicas. Uma das desinformações recentes afirmava que o Bolsa Família seria pago apenas a famílias com filhos, o que configura um desserviço deliberado.
Essa narrativa, replicada em diversas plataformas, visa não apenas manipular percepções, mas também desestabilizar a confiança nas iniciativas governamentais.
O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), identificou um surto alarmante de tais conteúdos nos últimos meses. Em resposta, acionou a Polícia Federal para rastrear os responsáveis, como revelado em análise da CNN Brasil.
“Há uma tentativa de desacreditar esse programa tão importante para a população”, enfatizou a jornalista Julliana Lopes no programa Bastidores CNN, ecoando preocupações oficiais sobre o impacto econômico e social dessas campanhas.
Fontes oficiais, como o portal Gov.br, lançaram cartilhas educativas para combater essas armadilhas informacionais.
Elas orientam os cidadãos a identificar riscos, como perda de benefícios ou exposição a golpes, e incentivam denúncias via canais como o Disque Social 121 ou a plataforma Fala.BR.
Preconceitos falsos, como a ideia de que o Bolsa Família incentiva a inatividade laboral ou oferece um 13º salário agravam o cenário, lotando Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) com consultas desnecessárias.
A disseminação dessas inverdades não é isolada. Publicações em redes sociais, conforme observado em plataformas como o X e Threads, amplificam o alcance, frequentemente atribuídas a perfis alinhados à extrema direita.
O Ministro Wellington Dias salientou que tais ações causam “prejuízo real às famílias beneficiárias”, incluindo violência contra usuários e trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).
Essa investigação surge em um contexto mais amplo de combate à desinformação, reminiscentes de casos anteriores, como a apuração sobre fake news que influenciaram o mercado financeiro em 19 de dezembro de 2024, conforme o g1, ou mentiras sobre tragédias no Rio Grande do Sul em maio de 2024, analisadas pela Agência Pública.

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