Português Inglês Irlandês Alemão Sueco Espanhol Francês Japonês Chinês Russo
Avançar para o conteúdo
Toque e saiba mais sobre o tema

PF decide demitir Eduardo Bolsonaro: mandato caiu, mas ele nunca voltou ao cargo de escrivão

— calculando —
Eduardo Bolsonaro homenageado pela Fenapef

📷 A Fenapef (Federação Nacional dos Policiais Federais) homenageia Eduardo Bolsonaro em 2020 | Imagem reprodução via O Globo |•| Arte Urbs Magna

RESUMO
URBS MAGNA

| Brasília
21 de julho de 2026

A Polícia Federal (PF) concluiu o processo administrativo disciplinar contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e decidiu pela demissão dele por abandono de cargo.

A decisão ainda depende de assinatura do ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, para se tornar oficial.

Como o caso começou

Eduardo Bolsonaro ingressou na Polícia Federal por concurso público em 2010, ocupando o cargo de escrivão no Rio de Janeiro.

Ao ser eleito deputado federal, afastou-se da função para exercer o mandato. Em fevereiro de 2025, semanas depois de a Procuradoria-Geral da República formalizar a denúncia contra seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, por tentativa de golpe de Estado, o parlamentar deixou o país e passou a viver nos Estados Unidos, onde se declara publicamente “exilado político” e atua na articulação de sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

O acúmulo de faltas não justificadas à Câmara dos Deputados levou à cassação do mandato de Eduardo Bolsonaro em dezembro de 2025.

Sem o mandato, ele tinha a obrigação funcional de retornar ao posto de escrivão da PF. Como isso não ocorreu, a corregedoria abriu o PAD em fevereiro de 2026 para apurar o caso.

A decisão da corregedoria

Segundo a apuração da Folha, o argumento central da Polícia Federal é direto: encerrado o mandato parlamentar, cessava também a licença que o afastava da função pública, e a ausência prolongada sem justificativa caracterizou abandono de cargo.

Na mesma decisão que encaminhou a demissão, o corregedor regional da PF no Rio de Janeiro determinou que Eduardo Bolsonaro entregue a carteira funcional e a arma de fogo — item que reforça o caráter definitivo do rompimento do vínculo com a corporação.

O episódio fecha um ciclo iniciado com a própria escolha de Eduardo Bolsonaro de deixar o Brasil em meio ao avanço das investigações contra o pai: ao permanecer fora do país mesmo depois de perder o mandato que sustentava seu afastamento, ele abriu mão, na prática, também do cargo de origem na função pública.

A sequência expõe os limites de usar a licença parlamentar como blindagem indefinida contra obrigações funcionais — uma vez extinto o mandato, a regra que rege qualquer outro servidor público volta a valer.

FAQ Rápido

Por que a PF decidiu demitir Eduardo Bolsonaro?
Porque, após a cassação do mandato de deputado federal, ele deveria ter retornado ao cargo de escrivão no Rio de Janeiro e não o fez, configurando abandono de cargo.

A demissão já é definitiva?
Ainda não. Falta a assinatura e a publicação do ato pelo ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva.

Onde Eduardo Bolsonaro está atualmente?
Nos Estados Unidos, onde vive desde fevereiro de 2025 e se declara “exilado político”.



SIGA NAS REDES SOCIAIS




Compartilhe via botões abaixo:

 

2 comentários em “PF decide demitir Eduardo Bolsonaro: mandato caiu, mas ele nunca voltou ao cargo de escrivão”

  1. Reinaldo Gonçalves da Cruz

    SE ESSE VAGABUNDO, TRAIDOR DA PÁTRIA AINDA NAO TINHA SIDO DEMITIDO, CONTINUAVA RECEBENDO SALÁRIO, PAGO POR NÓS, É INACREDITÁVEL, É UMA VERGONHA

  2. Nossa! Ainda não foi demitido! … Se fosse um empregado comum, sem influência política, seria demitido dentro de 6 meses, no máximo! … É um acinte para o cidadão comum, que este traidor ainda nao tenha sido demitido! Vergonhoso! 😡

Comente com moderação

🗣️💬

Discover more from Urbs Magna

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading