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PF realiza buscas em residências de Daniel Vorcaro e parentes; caçada bilionária sacode o mercado financeiro

    Segunda etapa de operação congela fortuna de R$ 5,7 bilhões em meio a suspeitas de esquemas fraudulentos no setor bancário

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    Daniel Vorcaro
    Daniel Vorcaro / Foto: Claudio Gatti/Brazil Economy | Agentes da Polícia Federal durante operação de buscas / Foto divulgação
    RESUMO

    A Polícia Federal realizou em 14/jan a segunda fase da Operação Compliance Zero, cumprindo 42 mandados de busca em endereços de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e familiares em cinco estados. A ação, autorizada pelo STF, investiga fraudes bilionárias e bloqueia R$ 5,7 bi em bens. Vorcaro, preso em novembro/2025, está em domiciliar. Nelson Tanure também é alvo, segundo o G1. (348 caracteres)


    Brasília (DF) · 14 de janeiro de 2026

    Na manhã desta quarta-feira (14/jan), a Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Operação Compliance Zero, uma investida incisiva contra supostas irregularidades no Banco Master.

    Agentes federais executaram 42 mandados de busca e apreensão em endereços vinculados ao banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário da instituição, e a seus familiares, incluindo pai, irmã e cunhado.

    A ação, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal sob relatoria do ministro Dias Toffoli, abrange os estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

    Essa etapa aprofunda investigações iniciadas em novembro de 2025, quando Vorcaro e diretores do banco foram detidos temporariamente por 11 dias, antes de progredirem para regime domiciliar com monitoramento eletrônico.

    A operação visa desmantelar um alegado conluio de fraudes bilionárias, englobando lavagem de capitais, manipulação de carteiras de crédito fictícias e outras condutas que comprometeriam a integridade do sistema financeiro nacional.

    Além das buscas, o Judiciário impôs o sequestro e bloqueio de ativos avaliados em mais de R$ 5,7 bilhões, uma medida drástica para preservar eventuais ressarcimentos.

    O foco recai sobre transações suspeitas que teriam inflado artificialmente o patrimônio do Banco Master.

    O empresário Nelson Tanure também figura entre os alvos, ampliando o escopo para redes de influência no setor.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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