De acordo com jornalista, um interlocutor de um dos chefes da instituição policial subordinada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública argumentou sobre otimismo para a solução do caso ocorrido há mais de cinco anos
“Está avançando a investigação da PF para se chegar ao mandante do assassinato de Marielle Franco. De um interlocutor dos chefes da investigação: “A confiança deles é grande”“, escreve Lauro Jardim, neste domingo (15/10), no jornal ‘O Globo‘.
Só isso. O texto do jornalista é apenas esse.
Em 14 de março de 2018, a socióloga, ativista e vereadora pelo PSOL-RJ, Marielle Franco, era assassinada a tiros, junto de seu motorista, Anderson Pedro Mathias Gomes, no bairro carioca do Estácio.
Marielle tinha como pautas a defesa de temas como feminismo e direitos humanos.
Ela era crítica da intervenção federal, durante o governo Temer, no Rio de Janeiro.
O caso havia sido esquecido durante o governo Bolsonaro, mas o Ministério da Justiça e Segurança Pública determinou, em 22 de fevereiro, a abertura de um inquérito da Polícia Federal para investigar o assassinato de Marielle Franco.
Na ocasião, o ministro da pasta, Flávio Dino, argumentou sobre esforço máximo para ajudar nos esclarecimentos:
“A fim de ampliar a colaboração federal com as investigações sobre a organização criminosa que perpetrou os homicídios de Marielle e Anderson, determinei a instauração de Inquérito na Polícia Federal. Estamos fazendo o máximo para ajudar a esclarecer tais crimes“, escreveu na rede social ‘X’.
De acordo com uma publicação no portal do governo federal, naquele mês, o MJSP não daria detalhes do inquérito sigiloso até sua conclusão, que agora, segundo o profissional de imprensa, aponta no horizonte para uma provável elucidação pública.
