Petróleo: Após derrota no Irã, Trump diz que vai ‘esmagar’ Maduro: Petróleo… petróleo

05/02/2020 3 Por Redação Urbs Magna


Publicado por ET URBS MAGNA


Ao saudar líder opositor venezuelano Juan Guaidó, presente no discurso do Estado da União, Donald Trump disse que “tirania” do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, seria “esmagada”. 

Tudo acontece às vesperas da votação do impeachment e após o conflito com o Irã, que descobriu imensas reservas de petóleo no final do ano passado. Derrotado, agora o foco volta à Venezuela, que tem imensas reservas de Petróleo.

Petróleo… petóleo. Mas leia a matéria:

O pronunciamento do presidente estadunidense foi feito na noite de terça-feira (5) na Câmara dos Representantes. 

Em sinal de apoio a Guaidó, autoproclamado presidente interino da Venezuela, Trump o convidou para assistir a cerimônia. 

O republicano o apresentou como “presidente legítimo da Venezuela”, afirmando que Guaidó era um “homem que carregava consigo a esperança, sonhos e aspirações dos venezuelanos”. 

‘Tirano que brutaliza o povo’

“Maduro é um governante ilegítimo, um tirano que brutaliza seu povo”, disse Trump, segundo publicado pela agência AFP. 

“Mas o domínio da tirania de Maduro será esmagado e quebrado”, prometeu. 

Os EUA e cerca de 60 países, entre eles o Brasil, reconheceram Guaidó como presidente interino da Venezuela. 

Maduro, por sua vez, acusa o opositor de tentar derrubar um governo legítimo por meio um golpe de Estado com apoio dos EUA. 

“Socialismo destrói as nações. Mas sempre recorde, a liberdade unifica as almas”, disse Trump em seu discurso. 

Em seu pronunciamento, Trump também prometeu endurecer as regras para entrada de imigrantes da América Latina nos Estados Unidos, justificando a decisão por crimes que seriam cometidos por estrangeiros. 

Trump não cita impeachment

O discurso do Estado da União acontece às vésperas do Senado votar seu pedido de impeachment.

O presidente disse que os EUA estavam “mais fortes do que nunca” e que os “inimigos” da nação tinham “fugido”. Ele enalteceu os números da economia norte-americana e não citou o processo de impeachment uma única vez em 78 minutos de discurso.

via Sputnik

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