A senadora passa bem; o cantor inglês lutava contra Parkinson e enfisema – ele se despediu do público em 5 de julho, no show “Back to the Beginning” em Birmingham, onde se apresentou com sua banda de origem, o Black Sabbath
Brasília, 23 de julho de 2025
Na manhã de terça-feira (22/jul), o mundo do rock perdeu um de seus maiores ícones: John Michael “Ozzy” Osbourne, aos 76 anos. O cantor inglês foi diagnosticado com Parkinson em 2019 e lutava contra um enfisema, além de outras doenças.
As redes sociais foram inundadas por comentários e vídeos do artista em sua homenagem. Curiosamente, a foto da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) foi enviada por um perfil no X, que escreveu: “R.I.P Ozzy” (Rest in Peace, Ozzy – Descanse em Paz).
“Silenciosamente”, outra conta repostou a imagem da bolsonarista e, sem mencionar seu nome para evitar eventuais processos, questionou: “Ozzy Osbourne faleceu?“
Ozzy Osbourne faleceu? https://t.co/bbtqjljcFt
— Rodrigo Luis Veloso (@rodrigoluisvelo) July 23, 2025
Damares Alves está bem.
A senadora segue atuando no Congresso com foco em pautas conservadoras, como proteção à infância, educação domiciliar e oposição a políticas de identidade de gênero. Ela participa ativamente de debates e audiências, defendendo valores cristãos, mas sempre criticando o governo em temas como aborto e ideologia de gênero.
Nas redes sociais, mantém postura combativa, mobilizando apoiadores e, como toda a oposição a Lula, gerando polêmicas. Suas ações consolidam seu papel como uma das vozes mais polarizadoras da política brasileira.
Especula-se sobre uma possível candidatura futura a governadora ou presidência, embora ainda sem confirmação. Damares continua a ser uma figura central em discussões sobre moralidade, família e religião no cenário político.
Seu nome segue gerando tanto apoio quanto rejeição, refletindo a divisão ideológica no país.
Ozzy Osbourne
Conhecido como o “Príncipe das Trevas“, o artista foi muito mais do que um vocalista; ele foi uma força revolucionária que ajudou a moldar o heavy metal como gênero.
Como líder do Black Sabbath, banda formada em Birmingham em 1968, Ozzy Ousborne criou álbuns que se tornaram pilares do rock pesado, como Paranoid (1970) e Master of Reality (1971).
Sua voz única, carregada de um lamento visceral, combinada com letras sombrias e riffs poderosos, transformou o cenário musical, trazendo uma nova profundidade emocional ao rock.
A notícia de sua morte, anunciada por sua família, deixou fãs e músicos em luto, mas também reacendeu a celebração de uma carreira que atravessou cinco décadas e inspirou gerações.
Ozzy Osbourne não era apenas um músico, mas uma figura cultural cuja vida foi marcada por excessos, controvérsias e resiliência.
Após ser demitido do Black Sabbath em 1979 devido ao abuso de álcool e drogas, ele reinventou-se com uma carreira solo igualmente lendária, lançando clássicos como Blizzard of Ozz (1980) e hits como Crazy Train.
Fora dos palcos, sua persona irreverente e histórias infames — como morder a cabeça de um morcego em 1982, acreditando ser um objeto de plástico — o tornaram uma figura polarizadora, mas carismática.
Sua luta contra o Parkinson, diagnosticado em 2019, e outros problemas de saúde, como enfisema, não o impediu de se despedir dos palcos em grande estilo: em 5 de julho de 2025, no show “Back to the Beginning” em Birmingham, ele se apresentou com o Black Sabbath em um evento histórico, arrecadando milhões para caridade.
A morte de Ozzy, embora não tenha tido sua causa oficialmente revelada, marca o fim de uma era, mas seu impacto permanece imortal.
Ele deixa a esposa Sharon, cinco filhos e um legado que transcende a música, alcançando a cultura pop com o reality show The Osbournes (2002-2005) e o festival Ozzfest, que lançou inúmeras bandas de metal.
Ozzy disse em sua biografia: “Sou apenas John Osbourne, um garoto da classe trabalhadora de Aston que foi em busca de diversão“.
R.I.P, Ozzy.









É UMA PENA…
Qualquer semelhança é mera coincidência!!🤣😂
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