Jornalista mostra que escapamos por muito pouco de um regime ditador que derrubaria a terceira gestão de Lula
Brasília, 27 de julho de 2025
A jornalista Mary Zaidan escreve no portal Metrópoles sua impressão sobre depoimento do general Mário Fernandes ao STF (Supremo Tribunal Federal), na semana passada, alegando “teor estritamente pessoal de documentos golpistas encontrados entre seus pertences“.
Segundo a autora da matéria, “a admissão de culpa de Fernandes não deixa dúvidas sobre a gravidade da trama golpista“, além de corroborar “as investigações da PF e a denúncia da PGR“, bem como desnudando “a desfaçatez dos golpistas“, e também expondo “com maior clareza os riscos que o país correu“.
O plano Punhal Verde Amarelo e a impressão no equipamento do Palácio do Planalto confirmavam sua autoria, mas, ele, “ao ser interrogado, agiu como se fosse admissível planejar um triplo assassinato – elaborar, organizar, digitalizar e imprimir“.
Durante a oitiva, Fernandes minimizou o plano ao argumentar que tudo não passou de um mero “pensamento digitalizado”, o que a jornalista considerou “cinismo“, acreditando que o general “considerou a Justiça tola“.
Cogitou-se, depois, que o depoimento do general Fernandes poderia ter sido encomendado pelo bolsonarismo, esse movimento acostumado a “enganar trouxas“, como disse um influenciador nas redes sociais.
Com este detalhe ideológico adicional que fica implícito no artigo de Zaidan, a jornalista enfatiza que “espera-se que a Justiça, por vezes tola, como no enfrentamento figadal de Moraes com Trump, tenha olhos para ver“.
Pois “o “pensamento digitalizado” do general revela que para anular as eleições e revogar a democracia valia eliminar, neutralizar, assassinar, matar“.









Assim o general ASNO do Bolsonaro digitalizou o plano pra matar 3 autoridades…, o nosso Super Xandão também vai DIGITALIZAR a prisão de todos esses golpistas…, eles também serão DIGITALIZADOS…rs…e depois vão direto pra PAPUDA…rs…
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