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Pastor evangélico agradece Lula por avanços em políticas sociais, defesa da democracia, e ora pelo Presidente (vídeo)

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    O Presidente
    O Presidente Lula e a Primeira-Dama do Brasil, Rosângela Lula Silva, durante oração ocorrida na entrevista do pastor Marco Davi para o programa evangélico Papo de Crente |19.9.2025| Imagem reprodução


    Entrevista destaca compromisso com o povo brasileiro e valores cristãos de justiça social – ASSISTA E SAIBA MAIS



    Brasília, 21 de setembro de 2025

    Em um momento de diálogo entre política e fé, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, foram recebidos no Palácio da Alvorada, em Brasília, para uma entrevista exclusiva no podcast Papo de Crente, produzido pela Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito.

    O episódio, apresentado pelo pastor Marco Davi e pela co-apresentadora Eulália Lemos, foi ao ar na última sexta-feira (19/set), e rapidamente ganhou destaque por exaltar as ações do governo em prol do povo brasileiro e da consolidação democrática.

    Durante a conversa, que durou cerca de uma hora e começou com uma oração de bênção ao casal presidencial, o pastor Marco Davi expressou gratidão profunda pelo trabalho realizado por Lula desde o início de seu terceiro mandato.

    “Obrigado, presidente, por tudo o que você tem feito pelo Brasil em favor do povo e da democracia”, declarou o religioso, em um tom de reconhecimento à trajetória de luta social do petista e aos avanços recentes em áreas como combate à fome, inclusão social e segurança energética.

    A declaração reflete o posicionamento da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, organização comprometida com valores evangélicos alinhados à justiça social, direitos humanos e defesa das instituições democráticas.

    Lula, ao lado de Janja, reforçou seu compromisso pessoal com os mais vulneráveis, declarando: “Tenho um compromisso de fé em ajudar o povo pobre brasileiro”.

    O presidente detalhou conquistas como a saída do Brasil do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas (ONU) – uma marca registrada de sua gestão anterior, reconquistada em 2025 – e programas como o Gás do Povo e Luz do Povo, que beneficiam milhões de famílias de baixa renda.

    Ele também criticou o uso político da religião, afirmando: “Jamais usaria religião como palanque” e “Não se deve usar a religião para dividir a sociedade”, enfatizando que a fé deve unir em prol do bem comum, sem exploração eleitoral.

    Janja, por sua vez, destacou iniciativas voltadas para mulheres periféricas e negras, como as cozinhas comunitárias do programa Cozinha Solidária, que promovem alimentação gratuita e empoderamento local.

    “As cozinhas comunitárias vão ser esse espaço que a comunidade, as mulheres da comunidade se apropriam para que elas possam também ter tempo para fazer outras coisas, estudar, cuidar um pouco de si”, explicou a primeira-dama, que também compartilhou sua jornada de escuta ativa com mulheres evangélicas em diversas regiões do país.

    O episódio se encerrou com um momento emocionante: Janja e Eulália Lemos cantando o hino “Deus cuida de mim”, simbolizando a harmonia entre espiritualidade e ação pública.

    A repercussão da entrevista foi imediata e positiva entre veículos de comunicação progressistas e especializados em política religiosa.

    Segundo reportagem do Partido dos Trabalhadores (PT), o diálogo reforçou o compromisso do governo com políticas que impactam diretamente a vida de famílias evangélicas, como a redução de insegurança jurídica para igrejas e líderes religiosos.

    A Agência Gov, portal oficial do governo, destacou a ênfase em programas sociais e disponibilizou o vídeo integral da entrevista, que já acumula milhares de visualizações.

    Outras coberturas atualizadas incluem a análise do Brasil de Fato, que elogiou a postura de Lula ao rejeitar a instrumentalização religiosa na política, e a reportagem do g1, que apontou críticas do presidente ao Congresso Nacional, afirmando que “a maioria dos deputados pouco liga para o povo”.

    Já o O Globo noticiou o aceno do petista ao eleitorado evangélico, historicamente desafiador para o PT, e mencionou o canto final como um gesto de aproximação genuína.

    Essa entrevista surge em um contexto de esforços do governo para dialogar com o segmento evangélico, que representa cerca de 30% da população brasileira segundo o IBGE, e reforça a narrativa de um Lula guiado por princípios éticos e inclusivos.

    Especialistas em relações Igreja-Estado veem no Papo de Crente uma ponte para superar divisões polarizadas, especialmente após eventos como os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.



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