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O bolsonarista Anderson Silva é acusado de surrupiar a grana por colegas adeptos da “masculinidade bíblica” que deixaram o ‘templo‘ – SAIBA MAIS
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Brasília, 15 de junho de 2025
O pastor Anderson Silva, conhecido por seu alinhamento com o bolsonarismo e fundador da Machonaria — um grupo que prega a “masculinidade bíblica” —, está no meio de uma tempestade após ser acusado de desviar R$ 500 mil do ‘templo‘.
A situação se agravou quando 18 pastores, que ocupavam posições de liderança no movimento, decidiram renunciar coletivamente, citando má gestão e falta de transparência no uso do dinheiro.
A Machonaria, que já chama atenção por suas posições extremistas, vive agora uma divisão interna.
Os pastores que deixaram seus cargos afirmam que o desaparecimento de meio milhão de reais foi um dos motivos centrais para a decisão, colocando Anderson Silva no centro de suspeitas graves sobre o uso indevido de recursos.
Além disso, eles criticam a falta de prestação de contas por parte da liderança.
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Anderson Silva não é novidade quando o assunto é polêmica. Ele ficou famoso ao declarar, em um discurso, que Deus deveria “arrebentar a mandíbula” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de ter feito ataques públicos ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Seu tom agressivo e sua proximidade com pautas ligadas ao ex-presidente, hoje réu por tentativa de golpe de estado, marcaram a trajetória da Machonaria, que se define como um movimento para “restaurar os valores masculinos com base na Bíblia”.
A crise atual coloca em risco o futuro do grupo, que já enfrenta desafios para manter seus seguidores após as denúncias.
As acusações de desvio e a saída em massa de líderes religiosos deixam Anderson Silva e a Machonaria sob os holofotes, com pressão crescente para que deem explicações.












