Para o ex-ministro da Casa Civil na primeira gestão de Lula, o ex-presidente indiciado pela PF “está e ficará inelegível porque há base para que seja condenado e há outros processos“
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Perguntado pelo jornal O Globo sobre se o indiciamento do ex-presidente inelegível até 2030, Jair Bolsonaro, “sepulta o plano dele de voltar ao poder“, José Dirceu – ex-ministro da Casa Civil do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou que ele “está e ficará inelegível porque há base para que seja condenado e há outros processos“.
O indiciado pela PF (Polícia Federal) junto a outros 36 nomes, a maioria militares, no inquérito que investiga tentativa de golpe de Estado via orcrim que usou de abolição violenta do Estado Democrático de Direita, “já dá sinais de que será candidato até a impugnação [de sua eventual candidatura] pelo TSE [Tribunal Superior Eleitoral]”, afirma Dirceu.
“Parte do PL não o quer“, disse o ex-ministro da Casa Civil, que recentemente recuperou todos os seus direitos políticos, podendo também, caso queira, se candidatar a qualquer cargo público, inclusive em 2026.
Segundo Dirceu, apesar do PGR (procurador-geral da República) Paulo Gonet, estar analisando o relatório elaborado pela PF para decidir sobre eventual e provável denúncia ao STF (Supremo Tribunal Federal), sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, “Bolsonaro já está em campanha”, mas pode não ter “força“.
“Ele já abandonou os militares. Cuidou dos filhos e só. Todo mundo já conhece o Bolsonaro“, afirmou Dirceu, o que pode ser traduzido como “ele não engana mais ninguém“. O ex-ministro disse ainda que o inelegível até 2030 “não tem sucessor e há outros candidatos“.
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