A Câmara britânica também menicona as ameaças eleitorais por parte do presidente da República
Políticos do Parlamento do Reino Unido endossaram, nesta quarta-feira (13/7), uma moção especial em defesa da democracia brasileira após o assassinato de Marcelo Arruda, filiado ao PT de Foz do Iguaçu.
De acordo com Sara Vivacqua, de Londres, quem idealizou a moção foi deputado Richard Burgon, do Partido Trabalhista britânico e fundador da Iniciativa de Solidariedade ao Brasil, em 2018, que é contra a eleição de Bolsonaro.
Leia o texto a seguir:
- “Esta Câmara expressa sua profunda preocupação com os relatos de violência política contra representantes do Partido dos Trabalhadores no Brasil antes das eleições presidenciais de outubro deste ano;
- observa que o presidente brasileiro de extrema-direita Jair Bolsonaro e seus ministros, quase metade dos quais são generais militares, fizeram repetidas ameaças contra a integridade das próximas eleições deste ano;
- observa ainda que estas pioraram à medida que o ex-presidente e líder do Partido dos Trabalhadores Lula da Silva abriu lideranças significativas nas pesquisas;
- está preocupado com o fato das ameaças, intimidações e discursos de ódio por parte do Presidente e dos seus apoiadores criarem um contexto em que os atos de violência política são mais prováveis;
- condena o assassinato em 9 de julho na festa de aniversário de Marcelo Arruda, dirigente do Partido dos Trabalhadores na cidade de Foz do Iguaçu, por um apoiador de Bolsonaro que cantou “nós somos Bolsonaro aqui”;
- observa que os apoiadores de Bolsonaro também atacaram comícios pró-Lula, inclusive com uma bomba caseira e o uso de drones para lançar fezes sobre a multidão;
- e pede ao governo britânico que demonstre sua preocupação com o governo brasileiro sobre esses relatos de violência e intimidação, alem de exigir que as próximas eleições sejam livres e justas”.

Está onda crescente de violência tem um único e responsável idealizador e mentor: Jair Messias Bolsonaro.
O gatilho para a ação desses psicopatas foi deferido quando do seguinte discurso,: ” Vamos metralhar as Petralhadas”
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