“Ou tiram esse tirano agora ou amarguemos por longo período de retrocesso e ditadura”, clama a voz do povo

26/02/2020 4 Por Redação Urbs Magna

Antes do Carnaval, Paulo Guedes pediu demissão da pasta porque os empresários estavam pressionando a alta do dólar. Concomitante a isso, sofreu impasse com a Greve dos Petroleiros e ameaça da greve de caminhoneiros. O pedido não foi aceito.

Durante o Carnaval, no segundo ano consecutivo, o Bolsonaro é criticado pela maioria das escolas de samba de SP e RJ.

Curtindo o feriado do Carnaval no Guarujá, em uma reserva militar, Bolsonaro posa para uma fotografia em frente ao Edifício Solaris (aquele do Tríplex que levou o ex-juiz-agora-político Sérgio Moro a condenar o Lula). A imagem “caiu” nas redes sociais. Além de soar como provocação, Bolsonaro cria uma “cortina de fumaça” para as críticas sofridas durante o Carnaval, aos olhos da imprensa.

Ainda no Carnaval, Bolsonaro divulga vídeo para que o povo vá às ruas Contra o Congresso Nacional, no dia 15/03 – três dias antes do manifesto dos Servidores Públicos (18/03). Além da possibilidade de levá-lo ao impeachment por improbidade administrativa, ele cria outra cortina de fumaça na tentativa de intimidar os funcionários públicos e a crise que ele mesmo criou com as Universidades e Institutos Federais.

A greve dos petroleiros marcou o país contra as privatizações e o desemprego em massa. A depender do resultado que sairá pós-Carnaval, eles voltam ao trabalho ou intensificam a greve.

Prevendo um levante do povo contra o governo dele, que já está capenga, Bolsonaro age conforme Maduro e se torna ditador como assim julgou ocorrer com o líder da Venezuela.

Essas manifestações – ao que tudo indica, poderá se tornar um levante contra o governo dele – darão condições para que todos os manifestantes venham a sofrer todo e qualquer ataque.

“Ou tiram esse tirano agora ou amarguemos por longo período de retrocesso e ditadura”, clama a voz do povo, especialmente a parcela que assistiu ao Brasil em seu momento mais obscuro.

Como já era previsto. Até agora, Bolsonaro cumpre as propostas de campanha e aquelas ditas ao longo de toda sua carreira política. E não! Ele não está brincando.

Assim, alguns de seus aliados desfrutarão livre e impunemente seu “reino” sobre a Terra.

E quem paga a conta? O povo brasileiro. Primeiro ele usa a democracia. Depois ele usa o exército e, por fim, dá plenos poderes a quem desejar.

Que fim trágico para um Brasil!

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𝘊𝘰𝘮𝘦𝘯𝘵𝘦 𝘤𝘰𝘮 𝘴𝘦𝘶 𝘍𝘢𝘤𝘦𝘣𝘰𝘰𝘬 𝘰𝘶 𝘶𝘵𝘪𝘭𝘪𝘻𝘦 𝘢 𝘰𝘶𝘵𝘳𝘢 𝘴𝘦çã𝘰 𝘮𝘢𝘯𝘵𝘪𝘥𝘢 𝘢𝘣𝘢𝘪𝘹𝘰. 𝘖𝘴 𝘤𝘰𝘮𝘦𝘯𝘵á𝘳𝘪𝘰𝘴 𝘴ã𝘰 𝘥𝘦 𝘳𝘦𝘴𝘱𝘰𝘯𝘴𝘢𝘣𝘪𝘭𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦 𝘥𝘦 𝘲𝘶𝘦𝘮 𝘰𝘴 𝘱𝘶𝘣𝘭𝘪𝘤𝘢 𝘦 𝘱𝘰𝘥𝘦𝘮 𝘯ã𝘰 𝘳𝘦𝘧𝘭𝘦𝘵𝘪𝘳 𝘢 𝘰𝘱𝘪𝘯𝘪ã𝘰 𝘥𝘰 𝘴𝘪𝘵𝘦. 𝘛𝘦𝘹𝘵𝘰𝘴 𝘷𝘶𝘭𝘨𝘢𝘳𝘦𝘴 𝘦 𝘥𝘪𝘴𝘤𝘶𝘳𝘴𝘰𝘴 𝘥𝘦 ó𝘥𝘪𝘰 𝘴ã𝘰 𝘥𝘦𝘴𝘯𝘦𝘤𝘦𝘴𝘴á𝘳𝘪𝘰𝘴 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘢 𝘤𝘰𝘯𝘴𝘵𝘳𝘶çã𝘰 𝘥𝘦 𝘶𝘮𝘢 𝘴𝘰𝘤𝘪𝘦𝘥𝘢𝘥𝘦 𝘤𝘪𝘷𝘪𝘭𝘪𝘻𝘢𝘥𝘢. 𝘕𝘦𝘴𝘵𝘦𝘴 𝘤𝘢𝘴𝘰𝘴, 𝘳𝘦𝘴𝘦𝘳𝘷𝘢𝘮𝘰-𝘯𝘰𝘴 𝘰 𝘥𝘪𝘳𝘦𝘪𝘵𝘰 𝘥𝘦 𝘣𝘢𝘯𝘪𝘳 𝘴𝘦𝘶𝘴 𝘱𝘦𝘳𝘧𝘪𝘴.