
José Eduardo Siqueira Campos | Imagem reprodução/Instagram via Jovem Pan/@eduardosiqueiracampos/Instagram
Polícia Federal prendeu também um advogado e um policial civil, na Operação Sisamnes, que investiga suposta corrupção no Judiciário
RESUMO <<A Polícia Federal (PF) prendeu nesta sexta-feira (27) o prefeito de Palmas (TO), Eduardo Siqueira, o advogado Antonio Ianowich Filho e o policial civil Marcos Albernaz na décima fase da Operação Sisamnes, que investiga um esquema de venda de sentenças judiciais no STJ. As prisões preventivas foram decretadas após investigações apontarem a atuação dos envolvidos como intermediários em negociações ilegais com magistrados. O STJ afirmou cooperar com as apurações, enquanto os advogados dos presos não se manifestaram>>
Brasília, 27 de junho de 2025
A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta sexta-feira (27), a décima fase da Operação Sisamnes, que investiga um suposto esquema de venda de decisões judiciais no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Entre os alvos estão o prefeito de Palmas (TO), Eduardo Siqueira (Podemos), o policial civil Marcos Albernaz e o advogado Antonio Ianowich Filho, que tiveram a prisão preventiva decretada, conforme mostrou o g1.
A operação busca desvendar um mecanismo ilegal em que decisões do STJ seriam negociadas em troca de vantagens financeiras.
As investigações apontam que os envolvidos atuavam como intermediários entre empresários e magistrados.
A décima etapa da Sisamnes ocorre após meses de apurações sigilosas, com interceptações telefônicas e colaboração premiada.
A PF já havia cumprido mandados em outras fases, mas desta vez as prisões chamam atenção pela participação de um gestor público.
Eduardo Siqueira é acusado de usar sua influência política para facilitar o esquema.
Já Ianowich, conhecido por atuar em causas de grande repercussão, teria articulado contatos dentro do tribunal.
Albernaz, por sua vez, suspeita-se que atuava na coleta de informações privilegiadas.
O STJ afirmou, em nota, que “coopera integralmente com as investigações” e que “não compactua com quaisquer irregularidades“
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E cadê os juízes que vendem as sentenças?!…
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