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O Rio merecido: praia do Tapajós foi esvaziada para a segurança do maior Presidente da História do Brasil

    Foi no Pará que a PF prendeu homem que ameaçou matar Lula, na véspera de sua visita ao Estado; pelo que o estadista já fez pelo País em apenas seis meses, há a sensação do merecimento da interdição de todo o rio para descanso seguro do guerreiro do povo brasileiro

    O Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), se banhou neste domingo (6/8) em uma praia do rio Tapajós, na altura de Alter do Chão, distrito de Santarém, no Pará, Estado em que chegou na semana passada para relançar, na sexta-feira (4/8) o programa ‘Luz Para Todos‘ e oficialmente anunciar projetos.

    Pelas redes sociais, o estadista afirmou que “a beleza do Rio Tapajós faz a gente pensar na importância de cuidar de locais tão especiais e únicos“. Lula desejou “que as pessoas possam conhecê-lo sem destruí-lo, preservando para o futuro” e “que suas águas não sejam contaminadas por mercúrio“, pois “não há garimpo ilegal que valha essa maravilha da natureza“.

    Lula postou duas imagens, sendo que em uma ele aparece mergulhado no Tapajós e, em outra, dentro de um barco, com um fundo impressionante, mostrando o pôr do sol por trás do Rio. Contudo, uma polêmica foi iniciada nas redes sociais após pessoas afirmarem que elas foram retiradas da praia para que o Presidente a visitasse.

    Jornalões e a extrema direita se apropriaram de um discurso indignado para disseminar ódio contra o homem que está reconstruindo o Brasil ao guerrear em favor do povo brasileiro.

    Veja as imagens de Lula e leia mais depois:


    Um vídeo postado pelo jornal Folha de S. Paulo mostra a abordagem de agentes da Polícia Federal e a aproximação de barcos da Marinha, que fazem a escolta do Presidente.


    Após a divulgação da notícia do fechamento da praia, perfis nas redes sociais iniciaram ataques ao Presidente, chamando-o de “tirano”.

    Mas o verdadeiro tirano, que anunciou publicamente que mataria Lula com um tiro na barriga, estava sendo vigiado, após ser preso, enquanto o maior Presidente da História do Brasil gozava de um fim de semana merecido nas águas seguras do Rio Tapajós, longe de intenções que pudessem tirar-lhe a vida e deixar o povo brasileiro novamente à mercê de outros tiranos.

    Na véspera da chegada de Lula ao Pará, na quinta-feira (3/8), em Santarém, a Polícia Federal prendeu o fazendeiro Arilson Strapasson, que já foi posto em liberdade e irá responder pelo crime de ameaça. Ele foi impedido de se aproximar do distrito de Alter do Chão por 10 dias.

    A Folha sensacionalizou a expulsão dos turistas para o isolamento seguro de Lula, dissociando a ação da segurança da intenção ameaçadora do fazendeiro, que não foi citada em momento algum da matéria.

    Pelo contrário, o jornalão produziu relatos de banhistas que argumentaram sob tom de indignações sobre a expulsão inesperada do local, mas sequer mencionou que cuidar da segurança de Lula tem teor diferente do que foram os movimentos feitos por seu antecessor, por motivos óbvios.

    O Presidente da República merecia todo o Rio Tapajós só para ele, por devolver o Brasil à rota do crescimento econômico e prestígio internacional em apenas seis meses de governo.

    Na semana passada, a revista inglesa The Economist publicou matéria sobre o otimismo de investidores com o nosso país, que entrou em “ciclo novo de desenvolvimento”, segundo as palavras do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, há um mês, após o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) registrar 0,08% de deflação em junho.

    Sem contar que nas gestões de Lula, o salário mínimo logrou um crescimento real de 57%. Já na gestão de Jair Bolsonaro a variação é negativa em 2%. Logo, com Lula III, o brasileiro volta a ter a possibilidade, como já acontece, de ter um salário com maior poder de compra.

    Além, claro, da volta de uma infinidade de políticas socias que foram exterminadas durante os governos de extrema direita.

    Nas redes sociais, um vídeo mostra a comparação de preços de vários produtos sob Bolsonaro e, agora, sob o terceiro governo do estadista Lula.

    Em 2020, uma brasileira pagava R$ 72,76 em 1 pacote de arroz, 1 pacote de feijão, 1 caixinha de leite e 1 óleo de cozinha. Já em 2023 ela pagou no mesmo kit de produtos exatamente a metade do que gastou no ano passado: R$ 36,49.


    Segundo a Folha, Lula se hospedou na Casa do Saulo, hotel e restaurante do chef de cozinha Saulo Jennings, também dono da embarcação usada pelo presidente nos passeios do fim de semana.

    Nesta segunda-feira (7), Lula participa de evento em Santarém. Em seguida, segue para Belém, capital do estado, onde participará da Cúpula da Amazônia.

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