O plano de LULA para não ficar “refém” do Congresso

O ex-presidente LULA, em fotografia capturada pela lente de seu fotógrafo pessoal, Ricardo Stuckert, e, ao fundo, o Congresso Nacional, com a cúpula menor, voltada para baixo, abrigando o Plenário do Senado Federal, e a cúpula maior, voltada para cima, abrigando o Plenário da Câmara dos Deputados, em foto de Andrew Prokos | Sobreposição de imagens

O ex-presidente estabeleceu meta de eleger bancada para não se tornar, quando Presidente em 2023, “refém do sistema semipresidencialista que domina o governo Bolsonaro”

O ex-presidente Luiz Inácio LULA da Silva tem um plano para não ficar “refém” do Congresso Nacional, quando for Presidente do Brasil em 2023, após sua vitória nas urnas no ano anterior.

O presidente de honra do Partido dos Trabalhadores bate na mesma tecla quando o assunto enfoca o tema.

Lula tem insistido com parlamentares da legenda que ajudou a fundar na década de 80 que uma das prioridades em 2022 é aumentar bastante a bancada que comporá as duas casas, Senado e Câmara.

A informação de que o ex-presidente estabeleceu uma meta de ao menos 90 deputados na casa onde, hoje, o partido tem a segunda maior bancada, com 53 parlamentares, foi dada por membros da cúpula do PT à coluna de Bela Megale, diz sua matéria no jornal O Globo desta sexta-feira (29).

De acordo com o texto, o argumento de LULA é que, após ser novamente eleito pelo povo, em 2022, para mais um mandato, ele não pode ser “refém do sistema semipresidencialista que domina o governo Bolsonaro“.

O texto diz ainda que o ex-presidente mostra preocupação com as condições do Brasil e aponta que a eleição de uma base ampla no Congresso é essencial para o sucesso do mandato. 

Comente

Comente

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.