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“O Lula é muito fod@”, diz Roberto Bertholdo: “Tem como a gente não admirar o ser humano Lula?” (vídeo)

    E pensar que o Sergio Moro quis dificultar a ida do Presidente ao velório e sepultamento do seu neto Arthur, quando ele faleceu aos 7 anos, em 2019“, afirmou o advogado – ASSISTA

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    O advogado criminalista Roberto Bertholdo foi ao seu ‘X’ rasgar elogios ao Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e criticar o ex-juiz que virou político, Sergio Moro (União Brasil-PR), que pode ser cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral):

    O LULA É MUITO FOD@ Tem como a gente não admirar o ser humano LULA ? E pensar que o Sergio Moro quis dificultar a ida do Presidente ao velório e sepultamento do seu neto Arthur quando ele faleceu aos 7 anos em 2019″.

    Bertholdo compartilhou imagens do estadista com um bebê no colo, beijando-o enquanto conversava com seus familiares, durante visita em um abrigo de pessoas resgatadas das enchentes no Rio Grande do Sul.

    Veja a seguir e leia mais depois:



    Bertholdo vê o senador como seu desafeto, por ter sido condenado em abril de 2006 pela 2ª Vara Federal Criminal de Curitiba a cinco anos e três meses de reclusão, em regime semiaberto, pela interceptação clandestina do telefone do então juiz Sergio Moro.

    De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), pelo menos 41 ligações do gabinete de Moro foram interceptadas. Bertholdo foi condenado a pagar uma multa de cerca de R$ 576 mil. Tanto a defesa de Bertholdo quanto o MP recorreram da decisão.

    A pena do advogado foi reduzida para dois anos e 8 meses de reclusão, com regime prisional aberto. Bertholdo afirma ter sido preso para delatar supostos envolvidos e nega irregularidades, acusando Sergio Moro de tê-lo usado para montar um “laboratório da Lava Jato“.

    Moro é investigado no STF com base em acusações feitas pelo ex-deputado e delator da LJ, Tony Garcia, que o acusou de falta de imparcialidade em processos no Paraná. O ex-juiz nega as acusações, afirmando que as investigações resultaram em condenações por tráfico de influência e escuta ilegal, mas que foram conduzidas por outro juiz e não envolveram autorização sua.

    A investigação do antigo diretor da Abin, Alexandre Ramagem, revelou “monitoramento injustificado” de Bertholdo devido à sua proximidade com a ex-deputada federal Joice Hasselmann e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, considerados adversários políticos do governo então governo do ex-pesidente, hoje, inelegível, Jair Bolsonaro (PL).

    Bertholdo suspeitava de espionagem e solicitou que a OAB investigasse a violação de suas prerrogativas como advogado. Ele buscou esclarecer danos, identificar os responsáveis pelo monitoramento e o destino das informações obtidas ilegalmente.

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