Retirada de barracas de deputados bolsonaristas em protesto na Praça dos Três Poderes visa reforçar segurança e ordem contra atos antidemocráticos
Brasília, 26 de julho de 2025
O deputado Rogério Correia (PT-MG) celebrou, nas redes sociais, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) ordenando o desmonte de um acampamento montado por deputados do Partido Liberal (PL) em frente à sua sede, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.
Hélio Lopes e Coronel Chrisóstomo, ambos do PL, instalaram barracas em protesto contra medidas judiciais impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, como o uso de tornozeleira eletrônica para evitar fuga durante investigações sobre tentativa de golpe de Estado em 2022.
O petista mineiro ironizou os deputados do PL com a frase: “O choro é livre e o golpe é proibido”. Ele destacou que as “duas barraquinhas” foram desmontadas e reforçou que medidas como a tornozeleira eletrônica “de graça” são respostas firmes contra tentativas de desestabilizar a democracia.
Correia também fez referência ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que recentemente impôs uma sobretaxa de 50% a produtos brasileiros, citando apoio a Bolsonaro e críticas ao STF.
SUPREMA DECISÃO!
— Rogério Correia (@RogerioCorreia_) July 26, 2025
Duas barraquinhas de deputados que tentaram reeditar acampamento golpista em frente ao STF são desmontadas.
Moral da história:
1- O choro é livre e o golpe é proibido;
2- A tornozeleira é de graça e o fim de semana é em casa;
3- O pix é nosso e Trump não trisca. pic.twitter.com/Pz0T1VjBX2
A ação do Supremo foi vista como um recado claro contra movimentos que buscam subverter a ordem democrática, especialmente após Trump sinalizar apoio a anistias para golpistas do 8 de janeiro.
A decisão do STF reforça o compromisso com a proteção do Estado Democrático de Direito, lembrando os episódios de 8 de janeiro de 2023, quando bolsonaristas invadiram a Praça dos Três Poderes.
Além de Hélio Lopes e Coronel Chrisóstomo, a ordem de Moraes citou outros deputados do PL, como Sóstenes Cavalcante, Cabo Gilberto Silva e Rodrigo da Zaeli, proibindo-os de participar de atos semelhantes.
A medida também prevê prisão em flagrante por desobediência caso a determinação seja ignorada, mostrando que o Supremo está atento a qualquer tentativa de reeditar acampamentos golpistas.
Moraes também proibiu novos acampamentos num raio de 1 km da Praça e de quartéis das Forças Armadas, visando garantir a segurança pública e evitar a repetição dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
A manifestação começou na sexta-feira, 25 de julho, quando Hélio Lopes anunciou uma “greve de silêncio” com um esparadrapo na boca, segurando uma Bíblia e a Constituição, alegando que o Brasil vive uma “ditadura” e que o STF reprime a liberdade de expressão.
Coronel Chrisóstomo se juntou ao ato, declarando apoio ao colega e criticando as decisões judiciais.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a remoção imediata, e Moraes determinou que o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, interviesse.
Ibaneis foi pessoalmente ao local com o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, para notificar os deputados, que deixaram a área pacificamente após a ordem judicial.









Legal MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES!
Aí Deputado Corrêa o senhor em seus comentários sempre cirúrgico, se eu vivesse aí em Minas Gerais com certeza seria sua eleitora. Parabéns!
Esse deputado idiota deveria usar esparadrapo na tribuna e em todo lugar que fosse falar asneiras
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