O estadista destacou o papel do povo judeu, afirmando que “grande parte dele não concordava com o conflito“, e elogiou Trump por sua intervenção no Parlamento israelense
Brasília, 13 de outubro de 2025
Em meio ao frágil equilíbrio pós-cessar-fogo na Faixa de Gaza, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva traçou um caminho claro para a reconciliação entre Brasil e Israel durante coletiva em Roma, na Itália, nesta segunda-feira (13/out).
“O Brasil não tem um problema com Israel. O Brasil tem problema com o Netanyahu,” disparou Lula, vinculando a normalização bilateral à eventual saída do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu do poder.
O acordo, mediado pelos Estados Unidos e que incluiu a liberação de reféns, foi saudado como “um começo muito promissor,” abrindo portas para uma paz que, segundo o petista, poderia se estender a outros fronts globais, como o conflito na Ucrânia.
Essa postura reflete meses de tensão diplomática, marcada por críticas brasileiras às ações israelenses e a declaração de Lula como persona non grata em Tel Aviv.
A declaração ecoa em um contexto de alívio humanitário na região, onde o cessar-fogo interrompeu mais de um ano de hostilidades entre Israel e o Hamas, grupo que controla Gaza.
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Lula destacou o papel do povo judeu, afirmando que “grande parte dele não concordava com o conflito,” e elogiou indiretamente o presidente norte-americano Donald Trump por sua intervenção no Parlamento israelense, que facilitou o diálogo.
Histórico de atritos inclui acusações de genocídio contra as operações militares de Netanyahu, levando o Itamaraty a aderir a ações na Corte Internacional de Justiça.
Agora, com o foco em uma “paz definitiva,” o Brasil sinaliza disposição para reativar laços econômicos e culturais, outrora robustos, impulsionando debates sobre o papel de nações emergentes na mediação global.
Essa visão estratégica de Lula não só redefine prioridades na agenda externa brasileira, mas convida o mundo a priorizar soluções negociadas sobre confrontos armados – um chamado urgente em tempos de instabilidade.








Esse é o meu presidente! Sempre atento às dores alheias, sempre cuidadoso com generalizações. Não é o povo de Israel que está matando Gaza, é o presidente de Israel. ❤️❤️❤️
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