O aceno de Lula fez a direita tremer: todos calados de inveja, escondidos e cagados de medo perceberam que ‘O Salvador da Pátria’ vive!

03/03/2019 2 Por Dino Barsa

Os usurpadores do Brasil temiam que Lula fosse visto e, junto com ele, a verdade. Uma realidade brasileira que somente sua imagem é capaz de concentrar. A verdade do que é o país, ou deveria ser. Uma verdade que é imutável, como tentam fazer os mentirosos que tentam tomar o PT do povo. Uma verdade que mesmo oculta há de explodir a qualquer hora destas.

Lula, em silêncio, comanda com os olhos. E só o povo sensível deste país pode compreendê-lo. Os demais que o atacam são os doentes mentais que qualquer Urbs Magna (cidade grande) é capaz de produzir. E em silêncio, assim fez Lula: a direita tremeu, calada de inveja, cagada de medo do maior estadista do Brasil.

Que força tem este pequeno homem, por conta de uma história que não se apaga assim tão facilmente! Garanto que todos os ‘homens de bem’ deste ‘Brasil acima de todos’ estavam ligados no minuto-a-minuto de Lula neste sábado (02), escondidos em seus refúgios pagos com o dinheiro do trabalhador, ao lado de seus cúmplices, observando cada gesto, cada vídeo ou imagem postada nas redes, na mídia. A inveja mata, e assim, mortos, tentam se manter em nossas vidas.

Quem é Arthur, neto de Lula? O pequeno querido do ex-presidente é o próprio Lula. E a militância lulista lá estava para levar amor por onde sempre vão e estão. Já conversaram com um membro do MST, um militante petista, um apoiador de Lula, um acampado das proximidades da PF de Curitiba? Eu já. Eles carregam um amor imenso em si. E lá estavam junto a Lula no velório do pequeno Arthur que “poderia ter jogado no Corínthians”, como lamentou o avô inconformado.

Mas, diferentemente daqueles que seguem o atual presidente movidos pelo ódio e por sentimentos de preconceito para com seus semelhantes, o povo de Lula estava laá para oferecer seus corações, sua fé, seus olhos para que por eles Lula pudesse chorar também. Vieram pedir Justiça, esperar nem que fosse um milagre.

Calado, Lula foi ensurdecedor. Falou mais alto do que todos juntos, foi muito além da roupa de mártir que se recusa a vestir. Cruzou o mar de dor com dignidade. E, no pouco tempo que lhe deram para sofrer, fez o mundo sofrer com ele, cada pessoa decente, cada humano em sintonia com o outro, cada irmão, cada irmã. As redes têm todas as provas disso. Os grupos sociais explodiram com mensagens de apoio. Uma verdadeira ressurreição aconteceu. Seu neto se foi, mas ‘O Salvador da Pátria’ vive! Ele, Lula, moveu a química da alma esquerdista que cada um de nós possui, mesmo os que negam isso… por ignorância pura.

Lula enterrou Arthur e desenterrou a esperança em nós. Generoso, trouxe calor aos nossos corações. Encheu nossa alma de coragem e se colocou, outra vez, à frente da luta. Calado. Impávido que nem Muhammad Ali, como escreveu, há muito tempo, Caetano Veloso em sua canção ‘Um Índio’.

Mais uma vez, o preso político, diria sequestrado mesmo, condenado sem provas, vítima de um Judiciário apodrecido e corrupto, deixou apavorados seus algozes, seus detratores e os mentecaptos que os seguem. 

Velho mas iluminado, cheio de coragem e amor, fez toda essa gente tremer. Preso, Lula se tornou mais possível em nossa concepção, mais livre em nós e nos dando mais liberdade para reconhecer, ainda que relutantemente para alguns, que, por Lula ser filho do Brasil, somos todos filhos genéticos de suas políticas sociais implementadas no decorrer de sua gestão petista; a melhor de todas.

Somos todos filhos e netos de Lula.

Por DINO BARSA, adaptado de artigo do Brasil247

Dino Barsa para o Et Urbs Magna

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