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No Dia Mundial da Paz, Francisco apela aos governantes do mundo para que perdoem as dívidas dos países pobres

    Que nenhuma pessoa, nenhuma família, nenhum povo seja sufocado pelas dívidas“, disse Sumo Pontífice, pedindo bom exemplo para cancelar ou reduzir o mais possível as dívidas das nações – SAIBA MAIS

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    Após a oração do Angelus com os fiéis na Praça São Pedro, em frente à Basílica de São Pedro na Cidade do Vaticano – sede da Igreja Católica Romana e residência oficial do Sumo Pontífice, o Papa Francisco recordou o Dia Mundial da Paz, comemorado neste dia 1º de Janeiro de 2025, data instituída pelo Papa São Paulo VI.

    A oração do Angelus é uma tradição antiga que consiste em rezar três Ave-Marias, seguidas de uma jaculatória e da oração “Derramai, ó Deus, a Vossa graça em nossos corações“. A oração termina com o Glória ao Pai

    Este ano, em decorrência do Jubileu – evento marcante, celebrado aproximadamente a cada 25 anos, que no livro de Levítico (25:10) representava um ano de libertação e justiça social, o tema da mensagem de Francisco nesta quarta-feira argumenta sobre o perdão das dívidas.

    Que nenhuma pessoa, nenhuma família, nenhum povo seja sufocado pelas dívidas“, disse Francisco, conforme transcreveu o Vatican News sobre o apelo do Santo Padre aos governantes dos países de tradição cristã a darem o bom exemplo, cancelando ou reduzindo o mais possível as dívidas dos países mais pobres.

    Na sequência, Papa Francisco disse que “o primeiro a perdoar as ofensas é Deus, como sempre Lhe pedimos rezando o ‘Pai-Nosso‘, em referência aos nossos pecados e comprometendo-nos a perdoar quem nos ofendeu“.

    E o Jubileu pede para traduzir esta remissão no âmbito social, para que nenhuma pessoa, nenhuma família, nenhum povo seja sufocado pelas dívidas. Portanto, encorajo os governantes dos países de tradição cristã a darem o bom exemplo, cancelando ou reduzindo o mais possível as dívidas dos países mais pobres“, prosseguiu o Pontífice.

    Segundo o texto do portal do Vaticano, “ainda no âmbito do Dia Mundial da Paz, o Pontífice manifestou seu apreço por todos aqueles que trabalham em regiões de conflito em prol do diálogo e das negociações:”Rezemos para que cessem os combates e se invista decididamente na paz e na reconciliação. Penso na martirizada Ucrânia, em Gaza, Israel, Mianmar, Kivu do Norte e em tantos povos em guerra“”.

    Irmãos e irmãs, a guerra destrói. Destrói sempre! A guerra é sempre uma derrota. Sempre”, disse o Santo Padre, que concluiu desejando aos numerosos fiéis na Praça São Pedro um bom início de ano, “com a bênção do Senhor e da Virgem Mãee pediu: Por favor, não se esqueçam de rezar por mim!“.

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