A Ministra da Saúde, Nísia Trindade, durante reunião com a deputada Jandira Feghali – PCdoB/RJ . Brasília, 06.03.2023. Fotos de Walterson Rosa / MS / flickr
A parlamentar se referiu a uma publicação na Veja, deste domingo (25/6), que trata a cientista social, socióloga, pesquisadora, professora e ex-presidente da Fiocruz como deficiente de “traquejo político“
“NISIA TRINDADE FICA!“, escreve a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) em seu perfil no microblog ‘Twitter‘, após uma matéria da ‘Veja’, deste domingo (25/6) tratar a a cientista social, socióloga, pesquisadora, professora e ex-presidente da Fiocruz como deficiente de “traquejo político“.
A parlamentar diz que “Nisia Trindade tem uma das mais árduas tarefas do governo Lula, pois além de reconstruir o SUS e ampliar o acesso da população à saúde, precisa lidar com matérias que buscam atingir a Ministra atendendo a interesses pouco declarados, mas conhecidos“.
A ‘Veja’ diz que a Ministra tem sido “alvo de pressão de parlamentares pela liberação de recursos do Fundo Nacional da Saúde (FNS)” e que “não tem sido poupada de críticas nem mesmo por aliados, que veem na sua falta de traquejo político o maior entrave na relação do Executivo com o Legislativo, e tem a sua pasta reivindicada por parlamentares que apoiam ou negociam apoio ao governo Lula“.
Segundo Feghali, “a reportagem da ‘Veja’ menos informa e mais tenta desestabilizar uma ministra que, em tão pouco tempo, assegurou a volta das campanhas de vacinação, valorizou os cuidados da Atenção Primária, recupera políticas públicas, trabalha firme na criação do Complexo Industrial da Saúde e vem construindo uma qualificada relação com o Congresso Nacional“.
“Seu trabalho à frente da Fiocruz foi essencial para o Brasil, assim como sua gestão à frente da Saúde Pública está sendo transformadora. Nísia fica!“, pontuou a deputada.
No final da matéria pouco informativa da ‘Veja‘, conforme afirmou Feghali, a mídia escreve que, “por ora, Nísia tem publicamente afastado sinais de preocupação com uma eventual deposição do cargo, afirmando que jogos de pressão e críticas “fazem parte da política” e enfatizando sua capacidade técnica e trajetória junto ao SUS (Sistema Único de Saúde) e à frente da Fundação Oswaldo Cruz como fatores decisivos por sua permanência no comando da Saúde. Reforçou, inclusive, que sua indicação foi feita por Lula e que, de sua parte, seguirá estabelecendo “diálogo” com o Legislativo e com os partidos“.
