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Nikolas Ferreira vota a favor de MP do governo Lula, mas diz que foi um engano

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    Câmara dos Deputados
    Câmara dos Deputados durante rejeição da MP das Bets 8.9.2025 – Nikolas Ferreira e a filha no colo – Reprodução redes sociais – Montagem


    Deputado bolsonarista polêmico e anti-esquerda explicou confusão em votação remota sobre taxação e bloqueio de emendas – SAIBA QUAL FOI A JUSTIFICATIVA



    Brasília, 09 de outubro 2025

    O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) causou surpresa ao registrar voto favorável ao governo Lula durante a análise da Medida Provisória 1.303/2025 na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (8/out).

    A MP, essencial para o ajuste fiscal de 2025 e que previa bloqueios em emendas parlamentares, foi retirada de pauta após pressão da oposição, mas o posicionamento isolado de Ferreira – contrário à maioria de seu partido – dividiu opiniões e viralizou nas redes.

    O parlamentar, conhecido por sua veia conservadora e críticas ferrenhas ao PT, justificou o equívoco alegando distração com a filha recém-nascida, em uma votação remota que expõe as fragilidades do trabalho híbrido no Congresso Nacional em Brasília.

    “Fiz campanha contra o dia todo a MP 1303 e cuidando da minha filha recém nascida aqui, me confundi e votei errado kkkk acontece. Mas graças a Deus foi retirado de pauta. Chega de impostos!!! Vence o Brasil”, postou Nikolas Ferreira em sua conta no X, anexando uma foto da bebê para ilustrar o momento de “descuido“.


    A explicação, embora leve, gerou reações mistas: aliados da oposição celebraram a derrota da MP como vitória contra o que chamam de “aumento disfarçado de impostos”, enquanto críticos questionam a credibilidade de um deputado que acumula incidentes semelhantes – como o “erro material” na votação de vetos sobre pensão para vítimas da Zika, em junho.

    Relatos de veículos como Correio Braziliense e Gazeta do Povo destacam como o caso reforça a narrativa de um PL fragmentado, com Ferreira destoando de 193 votos contrários à MP, liderados por siglas como União, PP e Republicanos.

    Com a retirada da MP, o Planalto agora enfrenta novo bloqueio de despesas, potencialmente impactando programas sociais e infraestrutura em todo o país.



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