Primeiro-Ministro de Israel mandou “recado” aos líderes de países que se posicionam em favor da criação de um Estado Palestino – ASSISTA E SAIBA MAIS
Brasília, 22 de setembro de 2025
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que não haverá um Estado Palestino a oeste do Rio Jordão após o ataque de 7 de outubro de 2023.
Em pronunciamento, Netanyahu afirmou: “Depois do terrível massacre do dia 7 de outubro de 2023, não haverá um estado palestino a oeste do Rio Jordão.”
Ele ressaltou que, apesar da pressão interna e externa, o governo israelense impediu a criação de um estado palestino na região, utilizando tanto determinação quanto diplomacia inteligente.
Além disso, Netanyahu anunciou a duplicação dos assentamentos judeus na Judeia e Samaria, reafirmando o compromisso de Israel com a soberania sobre essas áreas.
A decisão de Israel de expandir os assentamentos na Cisjordânia e rejeitar a solução de dois estados tem gerado críticas internacionais.
O Jerusalem Post relatou que a crítica internacional tem isolado Israel, colocando o estado judeu em uma posição solitária no cenário global.
A decisão de Israel de tomar controle da cidade de Gaza foi recebida com intensa rejeição e medidas contra o estado judeu e israelenses em todo o mundo.
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Em resposta a essas críticas, Netanyahu afirmou que a expansão dos assentamentos e a rejeição da criação de um estado palestino são medidas necessárias para garantir a segurança e a soberania de Israel.
Ele enfatizou que essas ações são uma resposta direta ao ataque de 7 de outubro de 2023 e às tentativas de impor um estado terrorista no coração do país.
A posição de Netanyahu reflete a política do governo israelense de fortalecer a presença judaica na Judeia e Samaria, áreas que são consideradas por muitos como parte histórica e bíblica de Israel.
No entanto, essa política tem sido um ponto de discórdia nas negociações de paz e nas relações internacionais de Israel.
Enquanto isso, a comunidade internacional continua dividida sobre a questão.
Alguns países e organizações defendem a solução de dois estados como a melhor forma de alcançar a paz, enquanto outros apoiam as ações de Israel como medidas legítimas de autodefesa.
A situação permanece tensa, com perspectivas incertas para o futuro da região e das relações entre Israel e os palestinos.







