Português Inglês Irlandês Alemão Sueco Espanhol Francês Japonês Chinês Russo
Avançar para o conteúdo

‘Não vamos normalizar golpe de Estado’, diz Paulo Pimenta após novas provas com a Polícia Federal: ‘Sem anistia’


    Jair Bolsonaro / Cristobal Herrera/EFE
    Paulo Pimenta / Hugo Barreto/Metrópoles/@hugobarretophoto

    Golpistas planejaram raptar Lula e Moraes e sondaram nomes, rotina e armas de seguranças com o objetivo de atacar os dois chefes dos poderes | Agora, Bolsonaro pede anistia ao Congresso – SAIBA MAIS

    Compartilhe com amigos

    UrbsMagna no WhatsApp
    ——-Receba Notícias———
    ➡️ UrbsMagna no Telegram

    Estarrecedoras as denúncias feitas pelo UOL ontem e pelo ICL hoje” sobre a PF (Polícia Federal) ter encontrado “novos arquivos no celular de Mauro Cid [ex-ajudande de ordens de Jair Bolsonaro (PL) durante seu governo] que mostram que os golpistas do 8 de Janeiro monitoraram os nomes, rotinas e até as armas dos seguranças do Presidente Lula“, afirma em sua conta no X o Ministro-chefe da Secretaria Extraordinária da Presidência da República de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta, neste sábado (9/11).

    O inquérito revela que aliados de Bolsonaro monitoraram a rotina e o armamento da segurança do Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), bem como o do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, enquanto o magistrado era o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

    Informações foram recuperadas no celular e em outros dispositivos eletrônicos de Cid, com o auxílio do software israelense Cellebrite. Na nuvem, havia uma lista com os nomes dos seguranças de Lula e Alexandre de Moraes, detalhes sobre suas rotinas e informações sobre as armas utilizadas por ambos e o esquema de proteção.

    Os registros sugerem que o grupo golpista ligado a Bolsonaro planejava um confronto com seguranças de Lula e Moraes, que não estavam em Brasília durante o ataque.

    As provas conseguidas com a tecnologia israelense resultou em novas convocações de testemunhas, incluindo o ex-diretor da ABIN, Alexandre Ramagem, e o general Nilton Dias Rodrigues do Exército. Assim, o prazo para a conclusão das investigações foi estendido por Moraes em mais 60 dias, visando aprofundar a apuração do envolvimento de altas figuras do governo anterior.

    Os crimes apontados na investigação poderão ser abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, enquanto Bolsonaro corre contra o tempo, tentando articulações para que Congresso aprove uma ‘PEC da Anistia‘, com o objetivo de proteger os manifestantes bolsonaristas golpistas terroristas réus pela participação na depredação contra o patrimônio da União, as sedes dos Três Poderes, sabedor de que tal medida também poderia beneficiá-lo, com a obsessão de recuperar seus direitos políticos e tentar voltar ao poder.

    O ministro de Estado Paulo Pimenta lembra que, para “além disso, grupos de militares conhecidos como ‘Kids pretos’ planejavam uma emboscada para prender o ministro Alexandre de Moraes“. E conclui que “não podemos aceitar a narrativa da extrema direita que tenta anistiar terroristas como se fossem inocentes“.

    Não vamos normalizar golpe de Estado. Sem anistia!

    Paulo Pimenta

    UrbsMagna no WhatsApp
    ——-Receba Notícias———
    ➡️ UrbsMagna no Telegram

    🗣️💬

    Discover more from Urbs Magna

    Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

    Continue reading