“Nada é pior do que fez Bolsonaro”, diz Míriam Leitão sobre o presidente que poderá ser o 1º a não ser reeleito

“Nunca um presidente disputou a reeleição numa situação tão desfavorável”, escreve a jornalista

Faltando apenas 47 dias para a eleição no primeiro turno” as pesquisas de intenções de votos registram um “ineditismo: Nunca um presidente disputou a reeleição numa situação tão desfavorável“, escreve a jornalista Míriam Leitão, no jornal O Globo, nesta terça-feira – data em que se iniciam oficialmente as campanhas eleitorais de todos os candidatos que disputarão as eleições de outubro .

Serão dias intensos. Todos os dias“, diz a colunista em outro trecho de sua matéria, que atenta para a possibilidade do encontro do líder das pesquisas e o chefe do Executivo, “hoje, no Tribunal Superior Eleitoral“, na posse de Alexandre de Moraes como presidente da Corte. “Podem se ver também Dilma e Temer”, diz a jornalista sobre as presenças de políticos importantes, além dos principais candidatos à presidência do Brasil, hoje, às 19h00, no TSE.

No programa do PT, o governo Bolsonaro é acusado de não ter feito o que de fato fez. Controlar preço de combustível“, escreve Leitão, que em seguida transcreve essa fala: “O atual governo renunciou ao uso de instrumentos importantes no combate à inflação, a começar pela política de preços dos combustíveis”.

Míriam Leitão explica que “o preço dos combustíveis só caiu tanto porque houve eliminação de impostos federais e imposição de limites no ICMS para gasolina e diesel. Tudo isso para manipular o preço dos combustíveis, à custa dos cofres públicos. A proposta do PT é “abrasileirar” o preço dos combustíveis”.

Como todas as commodities, é impossível impedir que a cotação internacional, em dólar, impacte o preço interno. É assim com a soja, com a carne, com o trigo, com os derivados de petróleo. O PT reconhece que o mundo vive uma “emergência climática” e isso é importante que o faça, mas defende subsidiar combustíveis fósseis“, prossegue a jornalista.

Nada é pior do que fez Bolsonaro“, escreve Míriam Leitão. ” Abre o programa falando do seu sucesso em evitar o aumento da pobreza, acusa o PT de ter impedido que 30 milhões deixassem a linha de pobreza. E emenda numa defesa da liberdade. Justamente o governo onde a pobreza aumentou e que mais ameaça a liberdade“, pontua a jornalista.

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