NA ARGENTINA, MACRI SE DESESPERA E ADOTA A MAIOR TAXA DE JUROS DO MUNDO

06/05/2018 0 Por Redação Urbs Magna

Argentina de Mauricio Macri teve seu primeiro momento de pânico financeiro: em uma semana, a saída de capitais foi recorde e desvalorizou a moeda local em 8%. Com isso, o Banco Central Argentino subiu a taxa básica de juros de 27,5% para 40%, a maior do mundo.

Inicialmente saudado pelo mercado financeiro, Macri agora vê a economia da Argentina em crise e suas tentativas de reformas declinando. Em apenas oito dias, foram anunciadas três altas na taxa de juros do país, pegando o mercado e os investidores de surpresa.
Na primeira semana de maio, Macri teve de enfrentar uma grende fuga de capitais, o que o obrigou a desvalorizar a moeda local em 8% perante dólar, que chegou a ser cotado a 23 pesos.
O grau de insegurança e instabilidade da economia, foi chancelado pelo Banco Central argentino, que aumentou os juros básicos de 27,5% para estratosféricos 40% – superiores aos 21,78% praticados pelo governo bolivariano – batendo o recorde mundial em termos de taxa nominal, pegando os investidores de surpresa, segundo apontou o jornal O Estado de S. Paulo.
O Banco Central argentino apontou uma perda de credibilidade desde o fim de dezembro, quando a equipe econômica de Macri anunciou que deixaria de perseguir uma inflação ao redor de 10% e passaria a ter 15% como meta. Também contribuiu para esse caos econômico a valorização do dólar.
Em 2017, a inflação ficou em 24,8% e as projeções para 2018 são de mais de 20%.
Enquanto isso, a população pobre passou dos 4,7% registrados em 2013, último ano a ser medido anteriormente à posse de Macri, a nada menos de 32% da população total. O desemprego, que atingia 6% em 2015, aumentou em mais de 50%, passando aos 9,3% do ano passado.Inicialmente saudado pelo mercado financeiro, Macri agora vê a economia da Argentina em crise e suas tentativas de reformas declinando. Em apenas oito dias, foram anunciadas três altas na taxa de juros do país, pegando o mercado e os investidores de surpresa.
Na primeira semana de maio, Macri teve de enfrentar uma grende fuga de capitais, o que o obrigou a desvalorizar a moeda local em 8% perante dólar, que chegou a ser cotado a 23 pesos.
O grau de insegurança e instabilidade da economia, foi chancelado pelo Banco Central argentino, que aumentou os juros básicos de 27,5% para estratosféricos 40% – superiores aos 21,78% praticados pelo governo bolivariano – batendo o recorde mundial em termos de taxa nominal, pegando os investidores de surpresa, segundo apontou o jornal O Estado de S. Paulo.
O Banco Central argentino apontou uma perda de credibilidade desde o fim de dezembro, quando a equipe econômica de Macri anunciou que deixaria de perseguir uma inflação ao redor de 10% e passaria a ter 15% como meta. Também contribuiu para esse caos econômico a valorização do dólar.
Em 2017, a inflação ficou em 24,8% e as projeções para 2018 são de mais de 20%.
Enquanto isso, a população pobre passou dos 4,7% registrados em 2013, último ano a ser medido anteriormente à posse de Macri, a nada menos de 32% da população total. O desemprego, que atingia 6% em 2015, aumentou em mais de 50%, passando aos 9,3% do ano passado.

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