Na Argentina, LULA recebe prêmio por luta contra o lawfare e em favor dos direitos humanos

O ex-presidente LULA recebe das mãos de Horacio Pietragalla – secretário de Direitos Humanos argentino, a placa Azucena Villaflor, honraria que recebe o nome da ativista morta na ditadura aos 53 anos por sua insistência em buscar o seu filho desaparecido no regime, e o de outras. “É um prêmio por sua trajetória em favor dos direitos humanos do povo e sua contribuição para a construção e unidade da ‘Pátria Grande‘”, disse Pietragalla


PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO

O ex-presidente recebeu das mãos de Horacio Pietragalla – secretário de Direitos Humanos, a placa Azucena Villaflor: “É um prêmio por sua trajetória em favor dos direitos humanos do povo e sua contribuição para a construção e unidade da ‘Pátria Grande‘”, disse o argentino

Na Argentina, o ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio LULA da Silva, recebeu mais um prêmio que lhe foi ofertado por sua luta pelos direitos humanos e contra o lawfare. LULA perdeu a conta das premiações recebidas ao longo de sua vida pública, mas o número pode chegar a trezentas honrarias.

Desta vez, LULA foi homenageado com o ‘Azucena Villaflor’, na presença dos líderes do país, Alberto Fernández e a vice Cristina Fernandez de Kirchner, além do ex-presidente Pepe Mujica e do vencedor do prêmio nobel Adolfo Pérez Esquivel.

Veja abaixo e leia mais a seguir:

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Foto: Ricardo Stuckert
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Foto: Ricardo Stuckert

A premiação anterior que LULA recebeu foi há apenas 24 dias, em Paris, o Prêmio da Coragem Política, entregue pelo comitê editorial da revista francesa Politique Internationale, referência no campo da diplomacia e das relações internacionais.

Lula foi a quarta personalidade do mundo a ser homenageada pela revista, que entregou o prêmio anteriormente apenas para o Papa João Paulo II e para os ex-presidentes da África do Sul, Frederik De Klerk, que faleceu recentemente, e do Egito, Anouar al-Sadat, ambos premiados também com o Nobel da Paz.

A premiação da Argentina, recebida hoje, tem o nome de Azucena Villaflor em memoria da ativista social argentina, fundadoras da associação de direitos humanos Mães da Plaza de Mayo, que procurava desaparecidos. Ela foi morta ainda durante a ditadura, por sua insistência na busca de seu filho, bem como o de outras mulheres.

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