📷 Um policial federal conduz uma das vítimas da exploração sexual após operação deflagrada no Nordeste / Imagem reprodução redes sociais [digital remaster upscaling photo]
| Brasília (DF)
17 de junho de 2026
A Polícia Federal deflagrou a Operação Donos da Noite e resgatou dezenas de mulheres vítimas de um esquema interestadual de exploração sexual e trabalho análogo à escravidão nos estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte.
As vítimas, em sua maioria aliciadas no Ceará, enfrentavam um rigoroso sistema de controle com metas diárias de 20 programas sexuais e 40 doses de bebidas alcoólicas por semana.
O descumprimento gerava dívidas automáticas e ameaças por homens armados.
Segundo informações divulgadas pela Polícia Federal e reproduzidas pelo g1, os responsáveis pelo esquema estabeleciam “metas para as mulheres, como o consumo de 40 doses de bebidas alcoólicas por semana e 20 programas sexuais diários”.
A imposição de dívidas por alimentação, roupas, procedimentos estéticos e até manutenção de cabelo criava um ciclo de dependência que impedia as vítimas de deixar os locais de exploração.
Muitas viviam e trabalhavam em quartos compartilhados sem ventilação adequada, com turnos que chegavam a 14 horas diárias.
O esquema envolvia uma rede gerida por uma empresária e familiares, com rotatividade de vítimas entre os estados.
A operação, coordenada com o Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho e Ministério do Trabalho e Emprego, cumpriu nove mandados de busca e apreensão.
Um suspeito foi preso por porte ilegal de arma de fogo.
Os investigados podem responder por tráfico de pessoas, redução à condição análoga à de escravo, manutenção de casa de prostituição e rufianismo.
As investigações prosseguem para identificar mais vítimas e todos os envolvidos na organização criminosa.
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
SIGA NAS REDES SOCIAIS

![]()
Compartilhe via botões abaixo:

Com certeza, de empresária essa diarréia social tratada como empresária não passa de uma cafetina da pior espécie!
O que está acontecendo com o jornalismo?
Chamam de “empresaria” uma mulher que está explorando mulheres?
Está difícil usar uma expressão mais próxima da realidade?
A notícia merece toda a indignação opinativa, porque então suavizar o tratamento devido?