Sem espaço no bagageiro, comissários a pressionaram a despachar uma pequena mochila, mas ela teve medo de danificar sua ferramenta de trabalho e, apesar de encontrar lugar em outro bagageiro, foi surpreendida por 3 agentes da PF para retirá-la do voo – ASSISTA
A pesquisadora Debora Diniz postou, em seu ‘Twitter‘, imagens de sua “orientanda“, Samantha, uma mulher negra, dentro de uma aeronave, reclamando da atitude dos funcionários da companhia aérea ‘Gol‘ [assista no vídeo abaixo].
“Samantha retornava de Salvador para São Paulo“, quando “foi pressionada por comissários a despachar a mochila, única bagagem de mão que levava, em que estava o laptop. Sua ferramenta de trabalho e estudo“, relatou Diniz.
“Por receio que o equipamento fosse danificado rejeitou a solicitação, encontrou espaço em outro bagageiro, guardou a mochila nele e voltou a seu lugar. Depois de esperar mais de uma hora pela decolagem foi surpreendida por agentes Polícia Federal para retirá-la da nave”, informou a pesquisadora.
“Como qualquer pessoa faria, questionou o motivo de 3 agentes armados estarem ali, armados, tratando-a como uma ameaça“, relatou, acrescentando sua opinião:
“Isso é inadmissível. Se alguém teve a integridade ameaçada nessa situação, não foi outra pessoa senão Samantha“.
Debora Diniz fez a denúncia à empresa aérea, marcando seu perfil @VoeGOLoficial:
ASSISTA A SEGUIR:

Resquício de uma ADM bolsonarista, vagabundo da PF, não é polícia federal é prato feito.
Os comentários estão fechados.