Dilma não foi responsabilizada pelo suposto desrespeito à lei orçamentária e à lei de improbidade administrativa, que embasava o pedido de impeachment, além de ter sido inocentada de acusações de corrupção na Petrobras
“Uma mulher honesta foi impichada sem que se provasse NADA contra ela e xingaram de tudo quanto é nome. um homem faz negociata com vacina no meio de uma pandemia, zomba dos mortos, sabota o combate ao vírus, arranca máscara de criancinha e chamam “mito”“, escreveu Cynara Menezes em seu perfil no Twitter, referindo-se a ex-presidenta Dilma Rousseff e, depois, ao atual presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, respectivamente.
uma mulher honesta foi impichada sem que se provasse NADA contra ela e xingaram de tudo quanto é nome.
— cynara menezes (@cynaramenezes) June 29, 2021
um homem faz negociata com vacina no meio de uma pandemia, zomba dos mortos, sabota o combate ao vírus, arranca máscara de criancinha e chamam “mito”
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Daqui a pouco mais de dois meses, em 31 de agosto de 2021, completar-se-ão quatro anos da aprovação do impeachment. Em agosto do ano passado, o site do PT publicou uma retrospectiva da tormenta política que veio a seguir:
| A votação aconteceu no Senado por 61 votos favoráveis e 20 contrários. Ela foi afastada do cargo sob a acusação de ter cometido crimes de responsabilidade fiscal – as chamadas “pedaladas fiscais” no Plano Safra e os decretos que geraram gastos sem autorização do Congresso Nacional, mas não chegou a ser com a inabilitação para funções públicas. Dilma foi inocentada de todas as acusações.
Ao se defender no processo frente ao Senado, em um discurso histórico, a presidenta Dilma revelou todos os mecanismos que estavam por detrás do golpe — desde os mais estruturais como a implementação de uma lógica ultraliberal, a desidratação do Estado, das políticas públicas e do investimento estatal, até os mais comezinhos como a hipocrisia de uma bancada de parlamentares corruptos que usam demagogicamente do discurso de combate à corrupção para impedir que a transparência seja realizada de fato.
O processo de criação da rede de mentiras e deturpação já estava em pleno vapor e falsas acusações moralistas foram levadas a plenário — como a falácia da ‘destruição da família’ e da ‘iniciação sexual’ de crianças. A tentativa incessante de manchar a reputação de Dilma e levá-la a cabo de uma situação humilhatória não aconteceu. Ela se manteve firme e determinada de cabeça erguida e trouxe a pauta da ditadura, lógica que ainda vigora sobre a política brasileira, à tona:
Ainda emocionada, Dilma apontou que, como todo governo, possui acertos e erros, mas que não se furtou a defender o bem mais precioso da república brasileira: a democracia.
O líder do golpe, então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, foi preso em outubro de 2016, meses após o impeachment, condenado por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Eduardo Cunha não foi o único que mergulhou no poço da desonra, muitos deputados já estavam envolvidos ou se envolveram em corrupção de quatro anos para cá. Deputados aqueles que, meses antes, protagonizaram um espetáculo vexatório na votação da Câmara Federal. Dentre eles, o atual presidente Jair Bolsonaro que está envolvido em mais de seis frentes de investigação e protagoniza o título de pior governo da história do país.
Levantamos o que aconteceu de quatro anos para cá [diz o site do PT] com alguns personagens do golpe que levou o país à completa desestabilização e abriu espaço para a velha política e a rapina do dinheiro público.
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ESTE É O DESGOVERNO MILICIANO DA IMPUNIDADE!!
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