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MP-SP dá 10 dias para o comandante da PM pedir à tropa respeito a procedimentos e normas de abordagens

    Coronel Cássio Araújo de Freitas, comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo Foto: Reprodução / Instagram PMSP

    O órgão também abriu uma investigação sobre o policial flagrado atirando um homem de uma ponte e examinará o boletim de ocorrências e das perícias da Polícia Civil. A Corregedoria da PM foi notificada para informar, em cinco dias, se abriu uma apuração disciplinar e se o policial foi afastado

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    O MP-SP (Ministério Público de São Paulo) deu dez dias para que o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Cássio Araújo de Freitas, emita um comunicado à tropa pedindo respeito aos procedimentos operacionais e normas sobre abordagens policiais.

    O órgão também pediu que Freitas atualize os protocolos e diretrizes para o trabalho policial e ofereça cursos de reciclagem, bem como solicitou o uso de câmeras corporais em todas as operações.

    Apesar das exigências, o pedido do GAESP (Grupo de Atuação Especial de Segurança Pública), braço do MP-SP, foi enviado em caráter de recomendação e o comandante-geral da PM não é obrigado a cumprir.

    Contudo, se nada for feito, o Ministério Público poderá tomar providências legais para garantir que o chefe da Polícia Militar cobre dos agentes que eles “apliquem integralmente e com eficiência os procedimentos operacionais e as normativas existentes sobre abordagens policiais, visando a redução dos casos de erros, abusos e, por consequência, de letalidade policial durante tais intercorrências“.

    O Ministério Público também abriu uma investigação sobre o policial flagrado atirando um homem de uma ponte. Os promotores pediram cópias do boletim de ocorrências e das perícias à Polícia Civil. A Corregedoria da Polícia Militar também foi notificada para informar, em cinco dias, se abriu uma apuração disciplinar e se o policial foi afastado.

    Neste ano, 760 pessoas morreram em decorrência de operações policiais no Estado, disse o Ministério Público. Uma sequência recente de casos colocou pressão sobre a política de Segurança Pública do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

    Entre as ocorrências do último mês, estão a morte de uma criança de 4 anos na Baixada Santista, de um estudante de Medicina baleado em um hotel da capital e de um homem atingido nas costas por 11 tiros após tentativa de roubo em um mercado.

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