MP-RJ diz que gabinete de Bolsonaro abasteceu suposta ‘rachadinha’

12/08/2020 1 Por Redação Urbs Magna
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O Presidente da República não pode ser investigado pela Promotoria do Rio, afirmam promotores

O MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), de acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, disse que o gabinete do então deputado na Câmara teria abastecido a suposta ‘rachadinha’, o que foi revelado com a quebra de sigilo bancário de Nathalia Queiroz cujos extratos reforçam as suspeitas de que ela era uma funcionária fantasma nos gabinetes de Jair e Flávio Bolsonaro.

Segundo o jornal, promotores concluíram que a filha de Queiroz continuou repassando a maior parte de seu salário ao pai mesmo quando empregada no gabinete de Bolsonaro e que ela transferiu R$ 150,5 mil para a conta do pai, Fabricio Queiroz, entre o início de 2017 e setembro de 2018.

A análise das transferências foram feitas no período em que ela esteve nomeada no gabinete de Flávio, disse a Folha acrescentando que, segundo promorotes o presidente não pode ser investigado pela Promotoria do Rio.

O jornal diz ainda que a defesa de Queiroz afirmou, em nota, que os repasses seguiam a lógica de “centralização das despesas familiares na figura do pai” e que a Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto afirmou que não comentaria o caso.

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