“Quando pensavam estar na crista da onda, mudaram pra São Paulo, porque achavam o Paraná pequeno demais pra eles. Quando o plano de ser candidato a presidente deu com os burros nágua, o ex-juiz parcial teve de voltar correndo” – Leia a íntegra
“Ao trazer de volta seu domicílio eleitoral para Curitiba, Rosângela Moro e o ex-juiz Sergio Moro dão mais uma prova de seu desprezo pela população paranaense”, afirma nas redes sociais a deputada federal pelo Paraná e Presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann.
“Quando pensavam estar na crista da onda, mudaram pra São Paulo, porque achavam o Paraná pequeno demais pra eles”, prossegue a parlamentar em sua conta oficial na plataforma social de microblogging ‘X‘.
“Quando o plano de ser candidato a presidente deu com os burros n’água, o ex-juiz parcial teve de voltar correndo”, argumenta Gleisi sobre a desastrosa campanha do neófito político.
“Agora que vai ser cassado, por causa dos crimes eleitorais que cometeu, traz a mulher de novo, pra ser candidata na vaga dele”, diz, se referindo ao provável resultado do julgamento de Moro, marcado para o dia 1º de abril, acusado pelo PT e pelo PL de abuso de poder econômico na pré-campanha ligada ao pleito de 2022, cujas siglas buscam sua cassação e inelegibilidade por oito anos, além da realização de uma nova eleição para a cadeira de senador do Paraná.
Ainda segundo Gleisi Hoffmann, o fato de Rosângela Moro ter transferido seu título eleitoral de volta para o Paraná é “desrespeito também com a população de SP que a elegeu deputada”.
“São moralistas sem moral! Colocam seus interesses pessoais e de poder acima do interesse público. Nossa gente merece respeito!“, conclui a Presidente do PT.
Cassação
Os processos enfrentados por Sergio Moro no Paraná questionam gastos com sua pré-campanha, quando ele desistiu de concorrer a presidente e optou por disputar o Senado.
O MPE (Ministério Público Eleitoral) calculou gasto de R$ 2,03 milhões, com base em notas fiscais enviadas pelo União e Podemos – antiga legenda do então candidato, e avaliou que o valor foi excessivo para a disputa ao Senado no Paraná, o que configura abuso de poder econômico.
