MORO TEM ÁUDIOS DE BETO RICHA LEVANDO PROPINA DA ODEBRECHT

11/05/2018 1 Por Redação Urbs Magna

A revista IstoÉ publica na edição deste fim de semana trechos de áudios que estabeleceriam o nexo entre uma obra do governo do Paraná, a Odebrecht e a propina de R$ 2,5 milhões paga em 2014 para a campanha de reeleição do tucano Beto Richa.

O material já estaria nas mãos do juiz Sérgio Moro, da lava jato, que tem sido rigorosíssimo contra empresários e políticos do PT.

Os áudios em questão, segundo a publicação, complicam ainda mais a situação do ex-governador do PSDB no inquérito da lava jato. “Em uma das conversas, o então chefe de gabinete de Richa, Deonilson Roldo, revela a negociata com a Odebrecht justamente em torno da obra que teria lhe rendido milhões em recursos para a campanha, por meio do caixa paralelo”, diz IstoÉ.

No diálogo, continua a reportagem, Roldo tenta convencer Pedro Rache, diretor-executivo da Contern, uma construtora do grupo Bertin, a desistir da licitação para duplicação da PR-323, pois, segundo o chefe de gabinete, a obra já estaria prometida para a Odebrecht. O encontro foi realizado em 24 de fevereiro de 2014 dentro do Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná.

Em setembro de 2014, dois meses após o acordo para duplicação da PR-323, “Piloto”, como era chamado Beto Richa nas planilhas de propina da Odebrecht, foi denunciado pelo senador Roberto Requião (MDB-PR) que levou o trambique ao conhecimento do Ministério Público Federal.

A duplicação da PR-323 consiste numa parceria público privada (PPP). A licitação realizada pelo governo tucano foi uma concessão de 30 anos para explorar pedágio ao longo de 207 km de rodovia nas regiões norte e nordeste do Paraná. O negócio envolvendo R$ 7 bilhões só prosperou entre o governo Richa e Odebrecht porque, segundo a IstoÉ, a Contern fez uma permuta pela desistência da licitação aceitando outro negócio de R$ 500 milhões com a Copel (Companhia Paranaense de Energia) — empresa estatal que agora agasalha Denilson Roldo como diretor de gestão empresarial.

Traduzindo em português claro, sempre de acordo com a IstoÉ, a propina de R$ 2,5 milhões paga pelo Odebrecht na campanha de Beto Richa foi triangulada e de certa forma avalizada pela Copel, empresa símbolo que orgulha a todos os paranaenses.

“O grupo tem uma negociação com a Copel em andamento. Então a gente queria ver em paralelo esses negócios…”, diz um dos explosivos áudios.

Moro tem os áudios em suas mãos que podem inviabilizar a candidatura de Beto Richa ao Senado. Mas a pergunta que não quer calar é a seguinte: desde quando tucano come tucano?

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