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Morgan Freeman: “Trump está nos levando a um buraco de merda; como um criminoso condenado chega à presidência?” (vídeo)

Ator lendário expressa incredulidade em entrevista exclusiva, ligando atual administração a declínio nacional enquanto promove série histórica sobre resistência na Guerra Civil Americana – ASSISTA LEGENDADO No UrbsMagnaTV

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Washington, D.C. (US) · 27 de fevereiro de 2026

Em uma aparição impactante no programa The Last Word with Lawrence O’Donnell, exibido pela MSNBC, o ator Morgan Freeman não poupou palavras ao criticar a presença de Donald Trump na Casa Branca.

Durante a entrevista realizada na quinta-feira (26/fev), Freeman, que promovia sua nova série The Gray House na plataforma Amazon Prime Video, questionou abertamente como um “criminoso condenado” poderia ocupar o cargo mais alto dos Estados Unidos.

Freeman, vencedor do Oscar por seu papel em Menina de Ouro, iniciou o diálogo pedindo permissão para usar linguagem forte.

Após aprovação do apresentador Lawrence O’Donnell, ele disparou: “Bem, temos alguém na Casa Branca que está nos levando para um buraco de merda. Eu não consigo entender pessoalmente como um criminoso condenado, condenado…“.

A fala viralizou nos EUA e foi reportada em veículos como o Yahoo Entertainment.

Ele completou: “Eu não consigo entender como um criminoso condenado pode se tornar presidente. Como você faz isso? Simplesmente não faz sentido para mim.

Homem idoso usando um chapéu preto e um cachecol azul, com um fundo de arquitetura clássica.

A declaração remete à condenação de Trump em 2024 por 34 acusações de falsificação de registros comerciais no caso de suborno em Nova York, embora defensores do ex-presidente argumentem que as acusações foram politicamente motivadas e posteriormente questionadas em apelações.

Freeman conectou o cenário atual à temática de sua série, que narra a história de uma mulher negra espiã contra a Confederação durante a Guerra Civil Americana, destacando temas de resistência e divisão nacional.

“É sobre uma América se fragmentando e resistindo ao colapso“, explicou o ator, traçando paralelos implícitos com o momento político contemporâneo.

A entrevista também tocou no impacto da eleição de Trump sobre as gerações mais jovens. Freeman expressou preocupação com o desânimo entre os jovens, sugerindo que o resultado eleitoral de 2024 os deixou “devastados“.

“Eles estão pensando: ‘O que aconteceu com o nosso país?'”, disse ele, conforme também reportou o Mediaite, que destacou o tom cru e direto do ator.

Reações ao comentário de Freeman foram polarizadas. Nas redes sociais, como no X (antigo Twitter), apoiadores de Trump rebateram, alegando que as condenações foram anuladas ou invalidadas.

Um usuário conservador, Anthony Galli, postou: ‘Eu não consigo entender como um criminoso condenado pode se tornar presidente.’ Diz o cara que interpretou Nelson Mandela.”

Outros, como em comentários no Facebook da Far Out Magazine, defenderam Trump afirmando: “Todas aquelas acusações foram descartadas. O presidente Trump não é um criminoso.”

Já progressistas aplaudiram, com Dr. Cole no X chamando o timing de “poético e aterrorizante“.

A série The Gray House, produzida por Freeman, foca em figuras históricas como Elizabeth Van Lew e Mary Jane Richards, explorando narrativas de espionagem e abolição.

Lançada recentemente na Amazon, ela surge em um contexto de tensões políticas nos EUA, com debates sobre democracia e direitos civis em alta.

Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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