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Moraes vota para absolver morador de rua preso no ‘8 de Janeiro’ que afirmou que foi ao Congresso orar

    Vitor relatou que foi à Brasília e se abrigou no acampamento em frente o QG do Exército porque lá havia comida e abrigo de graça, planejou conseguir um emprego e na famigerada data seguiu os manifestantes bolsonaristas golpistas terroristas

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    O ministro do STF (Supremo Tribunal FederalAlexandre de Moraes votou para absolver Vitor Manoel de Jesus, um pobre morador de rua de 23 anos, preso durante o famigerado quebra-quebra, na invasão de manifestantes bolsonaristas golpistas terroristas às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023.

    O ministro argumentou que não ficou comprovada a intenção do homem de participar do ato. O STF está julgando o caso em plenário virtual até 18 de outubro, informou o R7. Vitor afirmou que morava em São Paulo e viajou a Brasília após ser convidado por uma mulher.

    Buscando uma vida melhor, ele se instalou no QG do Exército apenas para se alimentar e se abrigar, sem intenção política. Disse que desconhece o conceito de golpe de Estado e que não danificou propriedades públicas, tendo, no dia dos atos de vandalismo, entrado no Senado para orar.

    Moraes concluiu que a autoria delitiva de Vitor não foi comprovada, ressaltando sua presunção de inocência.

    Não há provas de que o denunciado tenha integrado a associação criminosa, contribuindo para a execução ou incitação dos crimes e arregimentação de pessoas, mais ainda por sua condição de extrema vulnerabilidade e ausência de discernimento por sequer saber o que seria “golpe de Estado” ou “deposição do Governo”, conforme relatou em seu interrogatório em juízo”, disse Moraes.

    Vitor relatou ainda que, ao chegar em Brasília, enquanto permaneceu no acampamento buscando comida e abrigo, planejou conseguir um emprego.

    Ele acompanhou os manifestantes até a Praça dos Três Poderes, em 8 de janeiro. Ao chegar ao Congresso encontrou tudo “destruído”, enquanto orava. Vitor também afirmou não ter afinidade política com Jair Bolsonaro, destacando que nunca discutiu política no orfanato onde viveu após ser abandonado pela mãe devido à situação financeira da família.

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