A mulher tentou levar escondidos um fone de ouvido, um cabo USB e um cartão de memória para o tenente-coronel Rodrigo Bezerra, investigado por suposta tentativa de golpe de Estado
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O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, suspendeu nesta segunda-feira (30/12) visitações ao tenente-coronel Rodrigo Bezerra após sua irmã tentar entrar com equipamentos eletrônicos escondidos dentro de uma caixa de panetone.
A mulher tentou levar escondidos um fone de ouvido, um cabo USB e um cartão de memória para o kid preto, que é um dos investigados por suposta tentativa de golpe de Estado.
O plano para tentar perpetuar no poder o ex-presidente que em 2022 se tornou o primeiro chefe de Executivo federal ao não conseguir se reeleger para o cargo, por conta da derrota para o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o hoje inelegível até 2030, Jair Bolsonaro (PL), consta no relatório de 884 páginas da PF (Polícia Federal).
No dia 28 de dezembro, a irmã do coronel se dirigiu ao Batalhão da Polícia do Exército, em Brasília, com uma caixa de panetone. Ao passar na revista, a caixa apitou no detector de metal. Após o alerta, ela foi questionada e informou que tinha um fone de ouvido.
Após abertura da caixa de panetone para fins de verificação, foi constatado que no interior da mesma havia um fone de ouvido, um cabo USB e um cartão de memória (veja a foto abaixo).

Irmã de ‘kid preto’ tentou entrar com fone de ouvido, cabo usb e cartão de memória ao fazer visita no Batalhão de Polícia do Exército | Foto: Reprodução
O material foi apreendido e se encontra custodiado no PIC (Pelotão de Investigações Criminais), informou o g1.
O tenente-coronel Rodrigo Bezerra de Azevedo – da divisão conhecida como “kids pretos” – foi preso em 19 de novembro, na operação Contragolpe da Polícia Federal.
Detido no 1º Batalhão de Polícia do Exército, no Rio de Janeiro, o militar foi transferido para Brasília no dia 2 de dezembro, autorizado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, relator do inquérito.
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