Movimento intensifica o embate entre o Judiciário e bolsonaristas radicais – ministro concede prazo apertado para avaliar a detenção do deputado ‘intercontinental’
Brasília, 02 de outubro de 2025
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (2/out) um prazo de cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o pedido de prisão preventiva contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
A solicitação, formulada pelos deputados Lindbergh Farias (PT-RJ) e Talíria Petrone (PSOL-RJ), acusa o parlamentar de coação no curso de processo judicial e de articular sanções internacionais nos Estados Unidos para obstruir investigações contra seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Residentes em solo americano desde março, Eduardo e aliados como o blogueiro Paulo Figueiredo foram denunciados pela PGR há duas semanas por tentarem pressionar o Judiciário brasileiro via contatos com o governo Donald Trump, visando bloquear condenações ligadas à trama golpista de 2022.
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Portais como a CNN Brasil destacaram o risco à ordem pública e econômica, enfatizando o bloqueio de verbas parlamentares. O foco recai sobre articulações ilícitas em território estrangeiro, com potencial impacto em exportações brasileiras.
A notícia sinaliza um capítulo crítico na saga de accountability democrática.
A ofensiva judicial reforça a defesa da soberania nacional contra interferências externas que minam instituições, mas urge equilíbrio para evitar seletividade punitiva que perpetue desigualdades – afinal, a verdadeira justiça deve priorizar prevenção ao ódio e reparação às vítimas do extremismo, não apenas reações reativas.








STF ESTÁ SENDO MUITO BONZINHO COM ESSES VERMES. TODOS JÁ DEVIAM ESTAR PRESOS.
Por muito menos, Lula foi preso por mais de 500 dias.
É esses aí, com muitas provas concretas ainda estão destilando veneno.
PAPUDA NELES.
É isso aí, aperta o cerco desse meliante. 🚔🚔🚔
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