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‘Eleito entre aspas’: Moraes manda à PGR pedido para incluir Moro no inquérito das milícias digitais

    Relator do STF encaminha requerimento de Lindbergh Farias após declaração do senador que questiona legitimidade da vitória de Lula em 2022 e aciona investigação sobre ataques à democracia

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    O ministro
    O ministro Alexandre de Mores e o senador Sergio Moro / Imagens reprodução / Montagem
    RESUMO
    URBS MAGNA - Progressistas por um BRASIL SOBERANO


    Brasília (DF) · 26 de março de 2026

    Alexandre de Moraes enviou à Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido para avaliar a inclusão do senador Sérgio Moro no Inquérito das Milícias Digitais.

    A medida atende requerimento apresentado pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) após declaração polêmica do senador.

    Na terça-feira (24/mar), durante evento de filiação ao PL ao lado de Flávio Bolsonaro e do presidente da legenda Valdemar Costa Neto, Sérgio Moro afirmou: “A visão que o cidadão tem é que o nosso presidente da República hoje, que não é nosso, mas foi eleito — entre aspas — aqui no Brasil está do lado dos criminosos e minimiza o crime a todo momento”.

    A fala, que questiona a legitimidade da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022, foi interpretada por Lindbergh Farias como parte de uma estratégia recorrente de desinformação contra o sistema eleitoral brasileiro.

    O deputado protocolou pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) para que o caso seja analisado no âmbito do inquérito que investiga organização criminosa voltada contra as instituições democráticas.

    Alexandre de Moraes, relator do inquérito, encaminhou o requerimento à PGR, comandada por Paulo Gonet.

    A Procuradoria tem prazo de cinco dias para se manifestar.

    Após o parecer, o ministro decidirá sobre a eventual inclusão de Sérgio Moro na investigação.

    A iniciativa reforça o papel das instituições na proteção da ordem democrática e no combate a narrativas que, desde 2022, buscam minar a confiança nas urnas eletrônicas e na soberania popular.

    O STF mantém ativo o Inquérito das Milícias Digitais precisamente para preservar a integridade do processo eleitoral.




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