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Parte da investigação mira o “gabinete do ódio” que teria funcionado a partir do Palácio do Planalto, quando este era ocupado por Bolsonaro e onde teriam atuado seus aliados
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Para aprofundar as informações sobre o “gabinete do ódio“, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes prorrogou por mais 180 dias o inquérito das fake news, que investiga ataques à Corte, às instituições e aos ministros da Casa, e mandou a PF (Polícia Federal) ouvir mais vinte pessoas.
As investigações seguem em sigilo de Justiça. O Inquérito 4781 foi aberto em 2019, no governo derrotado do hoje inelegível até 2030 Jair Bolsonaro (PL). Na ocasião, o ministro Dias Toffoli, que abriu o processo, era presidente do Supremo.
“Com a finalidade de finalizar as investigações sobre a comprovação da existência, o financiamento e modus operandi do ‘Gabinete do Ódio‘, bem como de todos os seus participantes, o Inq 4781 foi prorrogado pelo Ministro Alexandre de Moraes por 180 (cento e oitenta) dias”, destaca um trecho da decisão, conforme transcreveu o Correio Braziliense.
Segundo o documento, ainda há uma “determinação de oitiva de mais 20 pessoas” e a prorrogação tem por finalidade “a complementação da análise das informações obtidas mediante a quebra de sigilo fiscal e bancário e o término das diversas diligências em andamento na Polícia Federal“.
Juristas e de políticos bolsonaristas consideram a duração de mais de 5 anos do inquérito um tempo excessivo.
O processo foi aberto por Toffoli sem pedido do Ministério Público e Moraes foi escolhido para ser o relator do caso.
Parte da investigação mira o “gabinete do ódio” que teria funcionado a partir do Palácio do Planalto, quando este era ocupado por Bolsonaro e onde teriam atuado seus aliados.
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