Ministro acusou o filho do réu no STF por tentativa de golpe de Estado de Traição à Pátria por lobby nos EUA contra a Corte e destino dos Bolsonaros parece estar definido – LEIA e ASSISTA
Brasília, 01 de agosto de 2025
O Supremo Tribunal Federal reagiu, nesta sexta-feira (1/ago), às sanções dos EUA e às ações do deputado Eduardo Bolsonaro, que busca apoio de Trump para pressionar a Justiça brasileira.
Na abertura das sessões da Corte, o ministro Alexandre de Moraes classificou as ações do deputado federal Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos como uma tentativa de traição à pátria.
Em discurso, Moraes comparou o lobby do parlamentar junto ao governo de Donald Trump a uma nova tentativa de golpe, semelhante aos atos de 8 de janeiro de 2023.
Ele acusou Eduardo e o influenciador Paulo Figueiredo de agirem de forma “covarde” ao buscar sanções contra o STF, incluindo a revogação de vistos e a aplicação da Lei Magnitsky, que resultou no congelamento de bens do ministro nos EUA e proibição de negócios com cidadãos americanos.
Moraes prometeu ignorar essas pressões e manter o julgamento de Jair Bolsonaro e outros réus da trama golpista até o final do ano.
A tensão entre Brasil e Estados Unidos escalou após Donald Trump impor sanções ao STF e tarifas de 50% sobre exportações brasileiras, em retaliação ao processo contra Jair Bolsonaro, acusado de planejar um golpe para permanecer no poder após a derrota eleitoral em 2022.
Eduardo Bolsonaro, que se licenciou do cargo de deputado e se mudou para os EUA, intensificou sua campanha contra Moraes, celebrando as sanções e buscando ampliar as punições ao STF.
Ele também pressionou líderes como Hugo Motta e Rodrigo Pacheco para pautar um projeto de anistia aos envolvidos nos atos golpistas, o que Moraes classificou como “chantagem miliciana”.
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva condenou as ações americanas como uma violação da soberania nacional.
O STF reagiu com firmeza às ameaças externas e internas. O ministro Gilmar Mendes, sem citar diretamente Eduardo, acusou o deputado de cometer um ato de “lesa-pátria” ao difamar a Justiça brasileira no exterior.
Moraes reforçou que as decisões do tribunal seguem a Constituição Brasileira e que as sanções dos EUA não afetarão o andamento dos processos.
Ele também destacou que Eduardo Bolsonaro pode enfrentar prisão caso retorne ao Brasil, devido às investigações por obstrução de justiça e tentativa de interferência no julgamento do pai.
A postura do STF foi apoiada por aliados de Lula, que veem as ações de Eduardo como uma tentativa de desestabilizar as instituições democráticas.
A crise diplomática e política expõe o embate entre o STF e os apoiadores de Jair Bolsonaro, com Eduardo usando sua influência nos EUA para pressionar o Brasil.
Enquanto o governo Lula busca medidas de retaliação econômica e diplomática, como a Lei de Reciprocidade Econômica, o STF mantém sua independência, garantindo que os julgamentos dos envolvidos na trama golpista serão concluídos em 2025.
A atuação de Eduardo Bolsonaro no exterior, porém, continua a gerar tensões, com aliados tentando minimizar o desgaste político de suas ações, enquanto o Brasil enfrenta os impactos das tarifas e sanções impostas por Trump.









TRAIDORES DA PATRIA, ESSA GANG DO GRNOCIDA!
Os comentários estão fechados.