Frames de vídeo mostram pastor africano indo com seu cajado imitando o de Moisés em direção ao Mar Vermelho, para abrir uma passagem, como conta a Bíblia, mas ele teve que retornar para não ser engolido pelas ondas / Imagem reprodução [digital remaster upscaling photo]
| Brasília (DF)
26 de maio de 2026
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A travessia do Mar Vermelho é um dos eventos mais marcantes da Bíblia, reverberando através dos séculos como um símbolo de fé e libertação.
Encurralados pelo exército do Faraó, Moisés ergueu seu cajado e, por intervenção divina, as águas se dividiram de maneira espetacular, criando um caminho seguro para os hebreus.
Os israelitas, com o coração acelerado e passos rápidos, atravessaram a pé enxuto, enquanto os egípcios que os perseguiam foram tragicamente afogados quando o mar retornou à sua forma original, uma cena que ilustra tanto a justiça quanto a misericórdia divina.
O relato épico é narrado no livro de Êxodo, capítulo 14, e destaca os seguintes momentos:
O desfecho:
Quando o exército egípcio tentou atravessar logo atrás para capturá-los, Moisés estendeu a mão novamente e as águas voltaram ao normal, afogando os soldados e protegendo os hebreus, enquanto os gritos de desespero ecoavam ao longe.
O beco sem saída:
Após deixarem o Egito, os israelitas se viram presos entre as imponentes montanhas, o mar à frente parecendo um obstáculo intransponível e o exército enfurecido do Faraó vindo logo atrás, criando uma atmosfera de medo profundo e desespero.
O milagre:
Seguindo a ordem de Deus, Moisés estendeu a mão sobre o mar com determinação. Um forte vento leste soprou durante toda a noite, dividindo as águas em duas muralhas, um espetáculo sobrenatural que transformou o fundo do oceano em terra seca, permitindo que a esperança florescesse mesmo nas circunstâncias mais sombrias.
A travessia:
Todo o povo de Israel, unidos em fé e esperança, passou em segurança pelas águas, um momento sagrado que ficaria gravado em suas memórias e que se tornaria um testemunho poderoso da intervenção divina em favor dos oprimidos.
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