Almirantes reagem negativamente a possível mudança nas estatais do setor nuclear, com eventual saída de oficiais dos cargos de chefia, e dizem que haverá impacto na relação com a Marinha
“Com essa necessidade de sossegar os militares, eles terão tudo o que quiserem nesse governo [Lula], com a vantagem de não sofrerem o assédio institucional de Bolsonaro“, prevê o cientista político e historiador Christian Lynch. “O sétimo céu pra eles”, completa. Veja abaixo e, a seguir, entenda:
Lynch compartilhou matéria da Folha de S. Paulo cujo texto argumenta sobre a difícil missão do próximo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, ao admitir que a retirada de militares de cargos do primeiro e segundo escalões será uma tarefa delicada. À Globonews ele afirmou, na sexta-feira (9/12), que “não adianta esconder que tem muitos militares em cargos na Esplanada“
“Tem militares de todas as armas“, afirmou. “A gente precisa voltar ao que éramos. No governo você tem substituições. Vamos ver como vai ser“, declarou Múcio sobre um tema que tem implícito os interesses dos militares na questão da tecnologia nuclear.
Almirantes consultados pelo jornal consideram muito negativa uma possível mudança nas estatais do setor nuclear, com eventual saída de oficiais dos cargos de chefia. Três deles afirmaram que, se a ideia for adiante, haverá um forte impacto na relação entre a Marinha e o futuro governo.
O principal receio está na possibilidade de que uma queda de braço entre o Ministério de Ciência e Tecnologia e o Ministério de Minas e Energia impacte a composição dos conselhos de administração e presidências dessas estatais.

Balãozinho de ensaio — conversa fiada, mesmo.
Que batam continência.
Quando fizeram o que fizeram com o Pai do Submarino Nuclear Brasileiro e, portanto, do próprio Projeto Nuclear, foram para debaixo da cama.
Que batam continência!
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