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    Governo Milei: aumento da corrupção, queda na Economia e de popularidade são sinais para eleitores brasileiros

     

    Como aliado de Bolsonaro, presidente argentino vê seu projeto questionado e em contraste com políticas inclusivas de um Brasil que deu certo sob Lula

    Javier Milei, presidente da Argentina

    O Presidente da República Argentina, Javier Milei, acena ao lado do porta-voz presidencial do país portenho, Manuel Adorni, durante o lançamento de seu livro “Capitalismo, Socialismo e a Armadilha Neoclássica”, no estádio Luna Park, em Buenos Aires |22.5.2024| Foto / AFP

    RESUMO
    URBS MAGNA

    Buenos Aires (AR) 06 de maio de 2026

    O governo de Javier Milei na Argentina registra denúncias de corrupção contra altos funcionários e uma economia que acumula nove meses consecutivos de retração, com inflação que não cede conforme o discurso oficial. Isso importa porque expõe os limites do ajuste liberal e suas consequências sobre a estabilidade social e democrática na região.

    O elDiarioAR detalhou a rota do dinheiro do chefe de Gabinete Manuel Adorni, que desde a posse acumula propriedades, viagens de luxo e dívidas inexplicáveis, inclusive com investigação aberta pelo fiscal federal Gerardo Pollicita perante o juiz Ariel Lijo.

    O mesmo veículo revelou transferências milionárias e sociedades fantasmas que complicam o economista José Luis Espert, já investigado por laços com um empresário preso nos Estados Unidos por narcotráfico.

    A Página/12 mostrou como a economia desigual de Milei aprofunda a brecha de rendimentos e produtividade.

    As economias regionais começam a sentir o peso, o desemprego acelera e a destruição do tecido industrial se torna evidente.

    A inflação de março atingiu 3,4%, com alimentos acompanhando a média e tarifas subindo 5,1%.

    O índice, longe de “desplomar”, revela inércia que o ajuste monetário isolado não consegue conter.

    Esses elementos formam um quadro de desafios concretos.

    Casos de corrupção no círculo próximo de Milei, a inflação persistente, a recessão econômica, o aumento da pobreza e do desemprego questionam a sustentabilidade do projeto.

    Milei, amigo declarado de Bolsonaro e opositor explícito de Lula, vê seu modelo testado no momento em que a confiança do governo caiu 12,1% em abril, segundo a Universidade Torcuato Di Tella.

    FAQ Rápido
    Quais são os principais escândalos de corrupção citados? Denúncias contra Manuel Adorni por enriquecimento ilícito e contra José Luis Espert por transferências milionárias de sociedades fantasmas, conforme investigações do elDiarioAR.

    A economia argentina realmente está em recessão?
    Sim. A Página/12 registra nove meses seguidos de queda da atividade, com desemprego em alta e produção industrial em baixa.

    Como isso afeta o posicionamento regional de Milei?
    Como aliado de Bolsonaro e crítico de Lula, o presidente argentino vê seu projeto liberal questionado justamente quando o contraste com políticas mais inclusivas no Brasil se torna evidente.



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