📷 Flávio Bolsonaro na convenção do PL |•| A madrasta Michelle divulgou imagem em cama de hospital comendo macarrão |•| Imagens reprodução redes sociais |•| Arte URBS MAGNA
| Brasília (DF)
03 de agosto de 2026
Michelle Bolsonaro foi internada no Hospital DF Star, em Brasília, na noite de sábado (01/ago) com quadro de cefaleia refratária a medicamentos orais e não compareceu à convenção do Partido Liberal no Distrito Federal no domingo (02/ago).
A ausência, que coincidiu com a presença de Flávio Bolsonaro, gerou intensa repercussão nas redes e especulações sobre o motivo real da falta.
O episódio reacende debates sobre coesão familiar e transparência no campo da direita brasileira em pleno processo eleitoral.
A ex-primeira-dama publicou foto em cama de hospital e agradeceu “pelas orações e por todo carinho”.
Segundo boletim do hospital, ela passou por exames e por “bloqueio anestésico de nervos cranianos”, com resposta satisfatória, recebendo alta no domingo (02/ago) com orientação de acompanhamento médico.
A internação foi iniciada na véspera do evento que oficializaria sua candidatura ao Senado.
Na convenção do PL-DF, realizada no Parque da Cidade, Flávio Bolsonaro anunciou o nome de Michelle Bolsonaro como candidata ao Senado ao lado de Bia Kicis.
O senador desejou melhoras: “Eu quero desejar melhoras para a Michelle, que ela se recupere rápido. Há pouco tempo, nossa filha também teve essas enxaquecas fortes e fez o mesmo tratamento”.
O irmão de Michelle, Diego Torres, leu carta em que ela usou expressões de forte juízo de valor oculto para influenciar quem ouve: “O meu marido escolheu o Flávio para estar à frente dessa multidão e nós vamos caminhar juntos e a passos largos para impedir que o mal seja audacioso e continue a castigar o nosso povo”.
Mas defensores do Governo Lula citam o bem, como Programas Sociais que destacam a recriação e a ampliação de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, focados na redução da pobreza; Crescimento e Emprego, cujos dados de queda no desemprego e manutenção do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) são sinais de melhora econômica; e Inclusão Social com foco em políticas de valorização do salário mínimo e investimentos em saúde e educação, vistos como um esforço para proteger a população mais vulnerável.
A internação de Michelle Bolsonaro ocorreu meses depois do racha público de junho, quando Michelle Bolsonaro relatou ter sido “maltratada” e sofrido uma “punhalada” em ligação com Flávio Bolsonaro por divergências sobre alianças no Ceará.
O senador pediu desculpas publicamente em julho.
Na convenção nacional de julho, ela enviou vídeo de apoio citando o enteado apenas uma vez.
A sequência de ausências e reconciliações públicas expõe fragilidades da política personalista e reforça a necessidade de mecanismos institucionais mais robustos para a democracia brasileira.
Nas redes, especialmente no X, a narrativa de “atestado” para evitar o lado a lado com Flávio Bolsonaro ganhou força.
Publicações ironizaram a situação com termos como “ROTY” (Rookie of the Year) – prêmio de “Calouro do Ano” e “Atestado fajuto”.
A interpretação de perfis é de que a a crise de saúde evitou a presença conjunta.
Posteriormente, Michelle Bolsonaro publicou vídeo agradecendo o apoio de Flávio Bolsonaro, a quem chamou de “nosso futuro presidente”.
A governadora Celina Leão explicou que a ex-primeira-dama “tomou anestesia, estava sonolenta” e não conseguiu gravar vídeo.
O ministro Alexandre de Moraes autorizou a irmã de Michelle a auxiliar Jair Bolsonaro durante o período.
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