O coordenador dos Grupos de Trabalho das Equipes de Transição Lula, Aloizio Mercadante (PT) | Ao fundo, a fachada do BNDES, na Avenida Chile, no Rio de Janeiro | Sobreposição de imagens
O Presidente eleito quer ativar o investimento e acelerar o desenvolvimento do Brasil, com o banco fabricando projetos e estimulando startups
O coordenador da Transição Lula, Aloizio Mercadante, é hoje um dos nomes mais fortes para comandar o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), onde teria papel decisivo na política econômica que o Presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer ativar o investimento e acelerar o desenvolvimento do País.
“Haverá uma reunião no domingo para definir. Há outras possibilidades e Aloizio Mercadante vai falar pessoalmente com o presidente Lula sobre o assunto”, informou a assessoria de Mercadante, conforme transcrição feita em matéria no jornal O Estado de S. Paulo.
Conforme o texto, Mercadante disse, em entrevista nesta semana, que o governo eleito quer fortalecer o financiamento de longo prazo do BNDES, sem comprometer recursos do Tesouro Nacional: “Somos contra a visão de um BNDES acanhado e sem capacidade de financiamento. O BNDES precisa ser uma fábrica de projetos e estimular startups” e deve ficar vinculado ao novo ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
O economista ex-presidente do banco Fator e interlocutor na campanha com o mercado financeiro, Gabriel Galípolo, que é próximo ao futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), também é cotado para presidir o BNDES.
