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Militar teria usado perfil @gabrielar702 para discutir detalhes sigilosos, contrariando proibições do Supremo – SAIBA MAIS
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Brasília, 14 de junho de 2025
A delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, está sob ameaça após novas denúncias.
A Polícia Federal investiga se Cid tentou obter um passaporte português, sugerindo uma “possível tentativa de fuga” para Portugal, o que violaria os termos de seu acordo.
Além disso, mensagens no Instagram pelo perfil @gabrielar702, atribuído a Cid, indicam que ele discutiu detalhes sigilosos da delação, contrariando proibições do Supremo Tribunal Federal (STF).
A Polícia Federal apura se Gilson Machado, ex-ministro do Turismo, tentou conseguir um passaporte português para Cid no Consulado de Portugal em Recife em 12 de maio.
Cid nega a tentativa de fuga, afirmando que solicitou cidadania portuguesa em 2023, mas a Procuradoria-Geral da República (PGR) vê risco de evasão após viagens de familiares.
Machado foi preso, mas teve a prisão revogada por Alexandre de Moraes, do STF.
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Mensagens no Instagram mostram Cid criticando investigadores e o ministro Alexandre de Moraes, chamado de “cão de ataque”.
Ele negou usar redes sociais durante depoimento ao STF em 9 de junho, mas prints do perfil @gabrielar702 sugerem o contrário.
A defesa de Cid alega que as mensagens são falsas, com “erros grosseiros de português” incompatíveis com o militar.
O perfil foi desativado às pressas, levantando suspeitas. Se confirmadas as violações, Cid pode perder benefícios como perdão judicial ou pena máxima de 2 anos.
As provas fornecidas, porém, permaneceriam válidas, segundo o advogado Aury Lopes Júnior.
A delação de Cid é crucial para acusações contra Bolsonaro e aliados por tentativa de golpe em 2022, incluindo reuniões com a cúpula das Forças Armadas e a “minuta do golpe”.
A anulação enfraqueceria o processo, beneficiando réus como Walter Braga Netto.
Alexandre de Moraes determinou que a Meta, dona do Instagram, forneça dados do perfil @gabrielar702 até 13 de junho de 2025.
A Polícia Federal também avalia contradições em depoimentos de Cid, que omitiu detalhes sobre planos de assassinato de Lula, Alckmin e Moraes.
A defesa de Bolsonaro insiste na nulidade da delação, alegando “vazamentos seletivos” e coerção.












